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Playlist of Waldemar Henrique

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  • LP Waldemar Henrique - O canto da Amazônia

    42:20

    LP Waldemar Henrique - O canto da Amazônia (Funarte Promemus MMB 82.029), lançado em 1982.
    Alexandre Trik, baixo
    Helena Maia, piano

    Waldemar Henrique - Lendas amazônicas
    0:00 I. Tamba-tajá
    2:24 II. Curupira
    3:50 III. Foi boto, sinhá (texto de Antonio Tavernard)
    5:59 IV. Uirapuru
    7:22 V. Matintaperêra
    9:19 VI. Manha-Nungara
    11:16 VII. Cobra grande

    Waldemar Henrique - Pontos rituais
    13:21 I. Sem seu (motivos de candomblé de Ilhéus)
    15:45 II. No jardim de Oeira (motivo de ponto ritual de umbanda)
    18:08 III. Abá-Logum (temas de Xangô pernambucano recolhido por Camargo Guarnieri e Capiba)
    20:22 IV. Abaluaiê (baseada em motivos folclóricos de Ilhéus)

    Waldemar Henrique - Danças brasileiras
    22:09 I. Rolinha, chula marajoara
    23:55 II. Boi-bumbá, batuque amazonense
    25:54 III. Hei de seguir teus passos, maracatu
    29:22 IV. Coco peneruê (baseada em estribilho do folclore amazonense)

    30:39 Waldemar Henrique - Adeus
    33:21 Waldemar Henrique - Hei de morrer cantando (cântico dos sertanejos cuiabanos)
    35:06 Waldemar Henrique - Senhora Dona Sancha (texto de Gastão Vieira)
    39:03 Waldemar Henrique - Trem de Alagoas (texto de Ascenso Ferreira)

    Digitalização: Adalberto Carvalho Pinto para o Instituto Piano Brasileiro
    betoacp@gmail.com



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  • Nayá - Waldemar Henrique

    2:53

    Link para download da dissertação de mestrado:
    Recital de mestrado de Isabela de Figueiredo Santos. 13 de março de 2009, Escola de Música da UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil. Pianista: Patrícia Valadão Dissertação: Lendas Amazônicas de Waldemar Henrique: um estudo interpretativo

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  • Rafael Lima e Waldemar Henrique-- Foi boto, sinhá

    3:08

    Rafael Lima interpreta Foi boto, sinhá com o ilustre acompanhamento no piano do maestro Waldemar Henrique.

    Música: Waldemar Henrique e Antônio Tavernard

  • Uirapuru - Waldemar Henrique

    1:38

    Link para download da dissertação de mestrado:
    Recital de mestrado de Isabela de Figueiredo Santos. 13 de março de 2009, Escola de Música da UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil. Pianista: Patrícia Valadão Dissertação: Lendas Amazônicas de Waldemar Henrique: um estudo interpretativo

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  • Uirapuru - Waldemar Henrique

    2:28

    Música de Waldemar Henrique, interpretada por André Campelo e Vagner Rosafa no Espetáculo Musical e Audiovisual Lendas Indígenas e Afro-brasileiras para canto e piano.
    Animações por Suryara Bernardi, Virgílio Vasconcelos e Jovan de Melo.
    Narração - Danilo Alencar

  • Uirapuru - Waldemar Henrique

    6:26

    Coral Vale Música
    Orquestra Jovem Vale Música
    Regência - Miguel Campos Neto
    Regente Preparador do Coral - Elizety Rêgo
    2011 - Theatro da Paz - Belém - PA

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  • Fiz da vida uma canção / Waldemar Henrique

    3:46

    Aus dem Konzert Fotografia in der Theaterklause Brandenburg am 30.3.2012.
    Noite de Canções Fotografia em 'Theaterklause Brandenburg'
    Cristiane Roncaglio/Soprano
    André Bayer/Violão Clássico

  • Tamba-Tajá - Waldemar Henrique

    2:13

    Link para download da dissertação de mestrado:
    Recital de mestrado de Isabela de Figueiredo Santos. 13 de março de 2009, Escola de Música da UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil. Pianista: Patrícia Valadão Dissertação: Lendas Amazônicas de Waldemar Henrique: um estudo interpretativo

  • Matinta Perêra - Raíssa Amaral

    3:59

    MATINTA PERÊRA
    Canção Amazônica de Waldemar Henrique
    Execução: Raíssa Amaral:

    Matintaperêra
    chegou na clareira
    e logo silvou...
    No fundo do quarto manduca
    Torquato de medo gelou.
    Matinta quer fumo
    quer fumo migado, meloso,
    melado que dê muito sumo,
    Torquato não pita,
    não masca nem cheira,
    Matintaperêra vai tê-la bonita...
    Matintaperêra de tardinha vem buscar
    O tabaco que ontem à noite eu prometi:
    Queira Deus ela não venha me agoirar...
    Ah! Matinta Preta Velha,
    Mãe Maluca,
    Pé-de-pato,
    Queira Deus ela não venha me agoirar...
    Matintaperêra
    chegou na clareira
    e logo silvou...
    No fundo do quarto manduca
    Torquato de medo gelou.
    Que noite infernal,
    soaram gemidos, resmungos,
    bulidos do gênio do mal
    e até de manhã,
    bem perto da choça
    a fúnebre troça
    dum vesgo acauan
    acauan acauan!

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  • Boi Bumbá - Waldemar Henrique

    2:21

    Canção Amazônica do compositor paraense Waldemar Henrique.
    Brazilian Amazonas folk song by Waldemar Henrique. Participações especiais: Wagner Segura (violão), Fernanda da Silveira (cavaquinho), Fabrício Gonçalves (percussão).

  • Foi Bôto, Sinhá! - Waldemar Henrique

    1:32

    Link para download da dissertação de mestrado:
    Autor do texto: Antônio Tavernard
    Recital de mestrado de Isabela de Figueiredo Santos. 13 de março de 2009, Escola de Música da UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil. Pianista: Patrícia Valadão Dissertação: Lendas Amazônicas de Waldemar Henrique: um estudo interpretativo

  • Valsinha Do Marajó - Waldemar Henrique

    5:53

    Valsinha Do Marajó - Waldemar Henrique (1905 - 1995)
    Soprano: Sandra Félix
    Piano: Scheilla Glaser

  • Curupira - Waldemar Henrique

    1:18

    Link para download da dissertação de mestrado:
    Recital de mestrado de Isabela de Figueiredo Santos. 13 de março de 2009, Escola de Música da UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil. Pianista: Patrícia Valadão Dissertação: Lendas Amazônicas de Waldemar Henrique: um estudo interpretativo

  • Foi boto sinhá - Waldemar Henrique

    4:10

    Interpretação: Nilson Chaves e Vital Lima
    Baixo Fretless: Marcelo Mariano
    Bateria: Pantico
    Flauta: Daniel Garcia
    Percussão: Marcos Amma
    Teclados: Fernando Merlino
    Violões: Nilson Chaves e Vital LIma
    Arranjo: Fernando Merlino

  • Waldemar Henrique - Abaluae

    1:31

    Recital de Canto e Piano
    IA UNESP - São Paulo - 18/12/2014

    Tiago Bezerra - Barítono
    Lucas Albuquerque - Piano

  • Tambatajá - Cacau Novais

    4:14

    A canção de Waldemar Henrique ganha uma nova cara nessa interpretação

    Gravação feita no estúdio Reallize Audiovisual
    Voz - Cacau Novais
    Davi Benitez - piano
    Davi Amorim - violão
    Priamo Brandão - contrabaixo
    Bateria - Charles Matos
    Percussão - Heraldo Santos

  • Cobra Grande Waldemar Henrique

    3:24

    Música de Waldemar Henrique, interpretada por André Campelo e Vagner Rosafa no Espetáculo Musical e Audiovisual Lendas Indígenas e Afro-brasileiras para canto e piano.
    Animações por Suryara Bernardi, Virgílio Vasconcelos e Jovan de Melo.
    Narração Danilo Alencar

  • Waldemar Henrique - Nayá

    2:40

    Lenda amazônica musicada pelo compositor paraense Waldemar Henrique.

    Dione Colares, soprano.
    Ana Maria Adade, piano.

  • Waldemar Henrique - Valsinha do Marajó

    3:13

    Série Por dentro das partituras - Instituto Piano Brasileiro.
    Valsinha do Marajó (No.1), de Waldemar Henrique, interpretada por Arnaldo Rebello.


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  • Fiz da Vida uma Canção - Waldemar Henrique

    2:59

    Recital de Música Brasileira, apresentado pela soprano Ione Carvalho na Escola de Música da Universidade de Missouri, Estados Unidos, em 27 de fevereiro de 2013, no Witmore Recital Hall, sob orientação da Professora Jo Ella Todd, fazendo parte do Programa de Intercâmbio Cultural Pará-Missouri do Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil. Ao piano, Verena Abufaiad.

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  • Nayá - Lenda Amazônica nº08 - Waldemar Henrique

    2:49

    Nayá - Lenda Amazônica nº08 - Waldemar Henrique - Transcrição Anderson Reis
    Anderson Reis violão - Antônio de Pádua Gomide 2008
    Valquíria Gomes - canto
    Gravação e audio - Ravik Gomes

    Gravado em set de 2016 no conservatório de música da UFMG
    Outras informações sobre Anderson Reis -


    Ah, e se gostou da música, interpretação, transcrição, do violonista ou da cantora deixe aí um comentário, um like, se inscreve no canal, compartilhe, interaja só não veja e vai embora!


    Nessa canção de Waldemar Henrique podemos ver que ele retrata uma lenda, a Lenda de Nayá e com essa lenda, o surgimento da Vitória- Régia. O que é muito interessante, pois, segundo a canção, a planta Vitória-Régia surgiu de um amor profundo entre a índia Nayá e a Lua, como podemos ver na letra do poema que irei colocar a seguir.

    E o pajé passou cantando
    Lá nas margens do Grande-Rio
    De saudade, ia chorando
    Pelo amor que lhe fugiu

    Nayá era linda índia querida
    Lembro-me ainda, quando ferida
    Veio Contar-me seu grande amor!

    Nayá sabia
    Que a lua, seu amor queria
    E desde então, sofreu imensa nostalgia

    Apaixonada, o horizonte quis transpor
    E correu ao Grande-Rio
    Dentro dele logo viu
    Refletir-se o seu amor!

    E Nayá, sem mais conter
    A paixão que lhe crescia
    Atirou-se pra reter
    A imagem que estremecia

    E na água corrente do rio mergulhou
    A imagem da lua fremente abraçou
    E nessa ilusão feliz, morreu

    A noite quente
    Onde o luar inda brilhava
    Cobriu ardente
    O lindo corpo que boiava

    Enternecida, a Lua-Feiticeira egrégia
    Foi buscar aquela alma
    Debruçou-a numa palma
    E fez a Vitória-Régia.

  • Bruno Sandes - Boi-Bumbá

    2:07

    Boi-Bumbá by Waldemar Henrique (1905 -1995)
    Bruno Sandes (baritone)
    Daniel Inamorato (piano)
    Auer Hall, Jacobs School of Music - Indiana University, USA

  • Uirapuru - Waldemar Henrique

    1:48

    Maria Helena Coelho Cardoso - voz
    Waldemar Henrique - piano
    Álbum: Projeto Uirapuru - O Canto da Amazônia - Waldemar Henrique.
    Ano de 1976.
    Uirapurú es el símbolo de la felicidad! Acá van todos los datos sobre este hermoso tema:

  • WALDEMAR HENRIQUE: Fiz da Vida uma Canção. ???? Playback

    2:57

    WALDEMAR HENRIQUE: Fiz da Vida uma Canção.
    Valsa (1930)

    Instrumentação: para canto e piano
    Playback gravado em 13 jul 2020

  • ♪ Any Lima - O Uirapurú ♫

    2:40

    Com fotos do Estado do Pará. Gostou??? ENTÃO INSCREVA-SE! SUBSCRIBE! PROMOTE!
    Certa vez de montaria,
    Eu desci o paraná
    E o caboclo que remava
    Não parava de falar
    Ah, ah, não parava de falar
    Ah, ah, que caboclo falador!
    Me contou do lobisomem,
    Da mãe d'água e do tajá
    E do jutaí que se ri pro luar,
    Ah, ah, que se ri pro luar
    Ah, ah, que caboclo falador!
    Caboclinho meu amor,
    Arranja um pra mim
    Ando doida pra pegar
    Unzinho assim
    O danado foi-se embora
    E não quis me dar
    Vou juntar meu dinheirinho
    Prá poder comprar
    No dia que eu comprar
    Esse danado vai sofrer
    Vou desassossegar
    O seu bem-querer
    Ah, ah; seu bem-querer
    Ah, ah; ora, deixa isso prá lá!

  • Primavera - Waldemar Henrique - Carmen Monarcha

    3:11

    Recital As Faces do Amor
    XIV Festival de Ópera do Theatro da Paz 2015
    Piano: Daniel Gonçalves

  • Caprichosa - Raíssa & Cidinha Mahle

    2:03

    Música CAPRICHOSA de Waldemar Henrique da Costa Pereira, pelo arranjo do Maestro Ernst Mahle, com execução de Cidinha Mahle ao piano e canto de Raíssa Amaral 14 years old.

  • Minha Terra - Waldemar Henrique

    2:10

    Canção composta pelo maestro paraense Waldemar Henrique (1905-1995) interpretada pelo tenor Onilson Rocha com acompanhamento ao piano de André Silva.
    Nesses tempos de Pandemia cada um fazendo a sua parte de casa.
    Espero que apreciem.
    Se gostou não esquece de dar um like pra ajudar o canal.
    Abraços a todos!

  • Maria Helena Coelho Cardoso - Waldemar Henrique - MORENA - Waldemar Henrique

    3:02

    Maria Helena Coelho Cardoso - Waldemar Henrique - MORENA - Waldemar Henrique.
    Álbum: Projeto Uirapuru - O Canto da Amazônia - Waldemar Henrique.
    Pianista: Waldemar Henrique.
    Voz: Maria Helena Coelho Cardoso.
    Ano de 1976

  • Tenor Kaio Morais - Minha Terra

    2:01

    Kaio Morais interpreta Minha Terra do compositor brasileiro Waldemar Henrique.

  • Nilson Chaves e Vital Lima - TAMBA - TAJÁ - Waldemar Henrique

    3:05

    Tamba-Tajá, de Waldemar Henrique.
    Interpretação de Nilson Chaves e Vital Lima.

    Tamba-tajá me faz feliz
    Que meu amor me queira bem
    Que seu amor seja só meu de mais ninguém,
    Que seja meu, todinho meu, de mais ninguém...

    Tamba tajá me faz feliz...
    Assim o índio carregou sua macuxy
    Para o roçado, para a guerra, para a morte,
    Assim carregue o nosso amor a boa sorte...

    Tamba-tajá
    Tamba-tajá-a

    Tamba-tajá me faz feliz
    Que meu amor me queira bem
    Que seu amor seja só meu de mais ninguém,
    Que seja meu, todinho meu, de mais ninguém...

    Tamba-tajá me faz feliz...
    Que mais ninguém possa beijar o que beijei,
    Que mais ninguém escute aquilo que escutei,
    Nem possa olhar dentro dos olhos que olhei.

    Tamba-tajá
    Tamba-tajá-a

  • Acalanto by Waldemar Henrique | Amelia Farber, Soprano

    2:03

    Amelia Farber sings Acalanto, a piece by Brazilian composer Waldemar Henrique. Steven Lightburn on piano for Amelia's Senior Vocal Recital at Stanford University, 2015

    Another Portuguese gem in the Latin American art canon comes to us from Waldemar Henrique, a composer from northern Brazil. Unlike Mignone, Henrique had an unconventional start to a life as a composer, leaving Brazil as a child following his mother’s death. His father, originally from Portugal, moved back to his home country with his son, but Henrique returned shortly there-after to Brazil to find out more about the family of his mother, an indigenous Amazonian. This took him into the Amazon Rainforest, where he learned about various Amazonian indigenous groups and their folklore; this would play an important role in his compositional material and style. After spending time surrounded by indigenous history and traditions in the northern heart of his country, Henrique returned to the city and attempted to begin a musical career in composition, of which his father did not approve. Despite the push-back from his remaining family, Henrique went for it, studying at the Conservatório Carlos Gomez in Campinas, near Sao Paulo. He subsequently moved to Rio de Janeiro in 1933 to study piano, orchestration, composition, and conducting with renowned teachers and musicians in the larger metropolitan area. He was encouraged to continue to focus on folklore and indigenous musical traditions by the most famous Brazilian composer, Heitor Villa-Lobos, and did so, though was always torn between popular and classical music. This resulted in Henrique persisting with his interest in indigenous musical material and ideas and fusing them with popular and classical elements. He played nationally and internationally on diplomatic musical ventures, as well as accompanying his singer sister on her international tours.

    Acalanto was one of Henrique’s later pieces, composed in 1960. The poetry is by Ruy (Rui) Barata (1920–1990), a fellow Brazilian poet, political activist, writer, and composer. Like Henrique, Barata had indigenous background from his parents, which influenced his work. He also had a daughter, Maria Pia, for whom Henrique dedicated the song, titling it Para Maria Diva (“For diva Maria”). The song is unsettling, the narrator doubtful and insecure as the wind sings him a lullaby in a minor key.

  • Valsinha do Marajó

    4:02

    Valsinha do Marajó uma música do Pianista e Compositor Waldemar Henrique, foi escrita originalmente para violão em 1929. E agradeço ao amigo violonista Osvaldo Santos pela Revisão e Digitação da Partitura.( Infelizmente nessa quarentena não deu pra troca as cordas,rsr)

    Valsinha do Marajó, a song by the Pianist and Composer Waldemar Henrique, was originally written for guitar in 1929. And thanks to guitarist friend Osvaldo Santos for reviewing and typing the score.

  • Cobra Grande - Lenda Amazônica nº2 - Waldemar Henrique - Transcrição Anderson Reis

    2:29

    Anderson Reis, violão
    Célio Souza, Barítono

    Cobra Grande - Lenda Amazônica nº2 - Waldemar Henrique - Transcrição Anderson Reis

    Gravação realizada no EcaBH
    Vídeo e audio: Ravik Gomes
    Edição: Anderson Reis
    Clique aqui e fique por dentro do que tenho feito:

    Instagram: @andersonreisviolao
    Gostou? Comente, deixe um like, compartilhe, se inscreve no canal.

    Combra Grande – Lenda Amazônica nº02
    Assim como o Boto, a Cobra-Grande (Boiúna ou Mãe d’água) é um encantado que habita o rio, sendo que existem inúmeras concretizações narrativas para este mito “que percorre deslizando os rios da Amazônia: seja como gênio do mau com poder de paralisar os outros animais; seja vagando e devorando o que encontra pelo caminho; seja alagando as embarcações que atravessam o seu itinerário; seja sorvendo a vida dos velhos; seja cegando, ensurdecendo ou enlouquecendo as pessoas que interceptam o seu caminho; seja na forma de um navio iluminado.”113 LOUREIRO, J. J. Paes. Cultura Amazônica – Uma Poética do Imaginário. p. 224.

    “Assim como o rio (cobra líquida) guarda em seu ventre aquilo que “devora”, a CobraGrande (rio de escamas) encarna também essa imagem devoradora”1147 LOUREIRO, J. J. Paes. Cultura Amazônica – Uma Poética do Imaginário. p. 229.

    “Cada Igarapé tem sua Mãe (Mãe d’água) e esta só aparece como uma imensa serpente. Não tem piedade nem aplaca a fome. Mata e devora quem encontra. Vira as barcas, arrasta os nadantes, estrangula os banhistas, apavora todos. à noite vêm dois olhos de
    fogo, alumiando a escuridão.”115 CASCUDO, Luis da Câmara. Geografia dos Mitos Brasileiros. apud LOUREIRO, J. J. Paes. Cultura Amazônica – Uma Poética do Imaginário. p. 227

    Na partitura
    “Uma vez por ano a Boiúna sai de seus domínios para escolher uma noiva entre as cunhatãs da Amazônia. E, diante daquele enorme vulto prateado de luar que atravessa vertiginosamente o Grande-Rio, os pajés rezam, as redes tremem, os curumins
    escondem-se, chorando, imenso delírio de horror rebenta na mata iluminada... Credo! Cruz!”116 FILHO, Claver. Waldemar Henrique – O Canto da Amazônia. p.86

    Credo! Cruz!
    Lá vem a Cobra-Grande,
    Lá vem a Boi-Una de prata!
    A danada vem rente à beira do rio...
    E o vento grita alto no meio da mata!
    Credo! Cruz!
    Cunhatã te esconde
    Lá vem a Cobra-Grande
    Á-á...
    Faz depressa uma oração
    Prá ela não te levar
    Á-á...
    A floresta tremeu quando ela saiu...
    Quem estava lá perto de medo fugiu
    E a Boi-Una passou logo tão depressa,
    Que somente um clarão foi que se viu...
    Cunhatã te esconde
    Lá vem a Cobra-Grande
    Á-á...
    Faz depressa uma oração
    Prá ela não te levar
    Á-á...
    A noiva Cunhatã está dormindo medrosa,
    Agarrada com força no punho da rede,
    E o luar faz mortalha em cima dela,
    Pela fresta quebrada da janela...
    Êh Cobra-Grande
    Lá vai ela..

    #CobraGrande
    #WaldemarHenrique
    #LendasAmazônicas

  • Valsinha do Marajó - Waldemar Henrique - Anderson Reis & Valquíria Gomes Gravação:set/2016

    4:36

    Valsinha do Marajó - Waldemar Henrique - Anderson Reis & Valquíria Gomes
    Captação audio e video - Ravik Gomes

    A Valsinha do Marajó foi escrita originalmente para violão em 1929 e na partitura lê-se uma dedicatória e uma nota, respectivamente:

    “A Arnaldo Rebêllo”
    “Praia de Matafome à tardinha. Um violão e uma saudade.”

    Gravação realizada em setembro de 2016.

    Quando a lua, tão formosa, tão serena,
    Banha de esplendor a praia,
    com seus raios sobre o mar!
    Uma esteira de luz guia a canoa,
    Que na noite constelada, vai singrando o mar!
    Eu me lembro de um bravo canoeiro,
    Que no mar, seu cativeiro, passa horas a cantar!
    O murmúrio vem de tão distante,
    Canoeiro errante, teu amor é o mar!

    Lembro da jornada alegre matutina,
    A canoa parte pequenina,
    Num adeus que a própria vrisa doce carregou.
    Mas triste é quando se aproxima um temporal,
    E o canoeiro bravo que partiu ainda não voltou.
    Onda, porque choras lágrimas cantantes?
    Tuas vagas rolam soluçantes,
    Sobre a alvura dessas praias cheias de luar,
    Escuta aquela voz que vem lá do infinito,
    Canto tão bonito, que parece
    Ser do próprio mar!

    Quando a lua tão formosa, tão serena,
    Banha de esplendor a praia
    Com seus raios sobre o mar!
    Uma esteira de luz guia a canoa,
    Que na noite constelada, vai singrando o mar!
    Eu me lembro de um bravo canoeiro,
    Que no mar seu cativeiro, passa horas a cantar!
    O murmúrio vem de tão distante,
    Canoeiro errante, teu amor é o mar!

    Transcrição para violão - Fernando Araújo.

    Quem quiser a partitura recomendo comprar o livro Canções da Terra Canções do Mar publicado pela editora UFMG. No livro contém essa partitura e outras para canto e violão.

    O valor do livro é uma bagatela de R$40,00.

    Pesquise no google é possível encontrar o livro em diversas livrarias online, e claro, na livraria da UFMG.

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  • Tamba Tajá

    2:43

    Lenine Santos (voz), Marco Antônio Bernardo (piano) - CCSP 2011.

  • Rolinha

    3:03

    Rolinha (Waldemar Henrique)
    Coral SESI Brasília. LP SESI 1001, 1975.
    Regência: Nelson Mathias. Preparação vocal: Célia Bretanha Junker.

    Nelson Mathias e Célia Bretanha dirigiram o Coral do SESI, em Brasília, nos anos setenta, e gravaram um LP, na RCA, no Rio de Janeiro. O álbum contém nove faixas, todas dedicadas à música brasileira. Com esse trabalho, eles nos ensinam o que é a alta performance no canto coral brasileiro. Para saber mais, acesse

  • Minha Terra - Waldemar Henrique

    2:05

    Canção Minha Terra de Waldemar Henrique.
    Recital de Canções Brasileiras ocorrido no dia 11 de Abril de 2019 no Sesc Boulevard - Belém - Pará.

    Canto: Barítono Diego Costa
    Piano: Thais Cybelle

  • Waldemar Henrique - Abaluaê

    1:35

    Waldemar Henrique - Abaluaê
    Marco Zelaya, bariton
    Luciano Freitas, piano
    Gasteig München, Deutschland
    Sep. 4 2010

  • Japiim - Waldemar Henrique

    2:15

    Link para download da dissertação de mestrado:
    Recital de mestrado de Isabela de Figueiredo Santos. 13 de março de 2009, Escola de Música da UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil. Pianista: Patrícia Valadão Dissertação: Lendas Amazônicas de Waldemar Henrique: um estudo interpretativo

  • Waldemar Henrique - Boi bumbá

    3:43

    Série Por dentro das partituras - Instituto Piano Brasileiro.
    Boi bumbá, de Waldemar Henrique interpretado pelo Duo Mignone (Francisco e Maria Josephina Mignone), em arranjo de Francisco Mignone para dois pianos.


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  • Duo Laudes - Fiz da vida uma canção - Waldemar Henrique

    3:41

    Mere Oliveira - mezzo-soprano
    Talita Martins - harpista

    Música brasileira com harpa e voz!

  • Cobra Grande - Waldemar Henrique

    1:56

    Link para download da dissertação de mestrado:
    Recital de mestrado de Isabela de Figueiredo Santos. 13 de março de 2009, Escola de Música da UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil. Pianista: Patrícia Valadão Dissertação: Lendas Amazônicas de Waldemar Henrique: um estudo interpretativo

  • Exaltação - Waldemar Henrique

    2:06

    Recital de Música Brasileira, apresentado pela soprano Ione Carvalho na Escola de Música da Universidade de Missouri, Estados Unidos, em 27 de fevereiro de 2013, no Witmore Recital Hall, sob orientação da Professora Jo Ella Todd, fazendo parte do Programa de Intercâmbio Cultural Pará-Missouri do Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil. Ao piano, Verena Abufaiad.

  • Isabela Santos sings Nayá by Waldemar Henrique - Série Prismas Musicais

    3:36

    Série Prismas Musicais 2011

    Opening Concert I

    ISABELA SANTOS, soprano

    February 26th 2011

    guitar: Jorge Santos

    Igreja Nossa Senhora do Rosário-Leme

    Rio de Janeiro - Brazil

    Special thanks to:

    Frei Antônio (Priest)

  • Uirapuru - Waldemar Henrique

    1:37

    soprano - Helena Castro Ferreira
    piano - Martina Lenton
    Hamburg, 01.02.2016

  • Maria Lucia Godoy - COBRA GRANDE - Waldemar Henrique

    2:12

    Maria Lucia Godoy - COBRA GRANDE - Waldemar Henrique.

    Credo cruz!
    Lá vem a Cobra Grande,
    Lá vem a boiúna de prata,
    A danada vem rente à beira do rio,
    E o vento grita alto no meio da mata,
    Credo cruz !

    Cunhantã, te esconde,
    Lá vem a Cobra Grande, ah, ah,
    Faz depressa uma oração,
    Pr'ela não te levar, ah,ah.

    A floresta tremeu quando ela saiu,
    Quem estava lá perto de medo fugiu,
    E a boiúna passou logo tão depressa,
    Que somente um clarão foi que se viu.

    Cunhantã, te esconde,
    Lá vem Cobra Grande, ah, ah,
    Faz depressa uma oração,
    Pr´'ela não te levar, ah, ah.

    A noiva cunhantã,
    Está dormindo medrosa,
    Agarrada com força,
    No punho da rede,
    E o luar faz mortalha em cima dela,
    Pela fresta quebrada da janela.
    Êh, Cobra Grande...
    Lá vai ela !

  • Tamba-Tajá - Waldemar Henrique

    2:19

    Este vídeo é sobre Tamba-Tajá - Waldemar Henrique

    Um pedacinho de um trabalho que desenvolvi este semestre. Em busca de tocar musica paraense, fui atrás de partituras de obras do compositor Waldemar Henrique para Música de Câmara que contemplasse o violão. Infelizmente não achei e alguns trabalhos que já tinham sido feitos não estavam disponíveis. Resolvi então fazer minhas versões de transcrição e alguns arranjos. Aqui está um deles. Em breve postarei os outros.

  • Renato Murce - ESSA NÊGA FULÔ - Waldemar Henrique - Jorge de Lima

    3:53

    Renato Murce - ESSA NÊGA FULÔ - Waldemar Henrique - Jorge de Lima.
    Álbum: Alma do Sertão - Copacabana CLP 11670.
    Ano de 1972.
    Nosso agradecimento ao pesquisador Gerdal José de Paula, que enviou, a nosso pedido, os fonogramas do raríssimo LP que pertenceu ao senhor seu pai.
    Coisas que o tempo levou.
    luciano hortencio.

  • Valsinha do Marajó - Waldemar Henrique

    6:29

    Maria Juliana (Canto)

    Hamurabi Ferreira (Piano)

    Date: 1947
    Composer: Waldemar Henrique

    Period: Modern (1910-1949)

    Valsinha do Marajó


    Compositor: HENRIQUE¸ Waldemar


    Dedicatória: A Arnaldo Rebello. Praia de Matafome à tardinha. Um violão e uma saudade...


    Cidade:


    Ano: 1946


    Autor da Letra: Paulo Waldemar Falcão


    Letra: Quando a lua, tão formosa, tão serena,
    Banha de esplendor a praia,
    com seus raios sobre o mar!
    Uma esteira de luz guia a canoa,
    Que na noite constelada, vai singrando o mar!
    Eu me lembro de um bravo canoeiro,
    Que no mar, seu cativeiro, passa horas a cantar!
    O murmúrio vem de tão distante,
    Canoeiro errante, teu amor é o mar!

    Lembro da jornada alegre matutina,
    A canoa parte pequenina,
    Num adeus que a própria vrisa doce carregou.
    Mas triste é quando se aproxima um temporal,
    E o canoeiro bravo que partiu ainda não voltou.
    Onde, porque choras lágrimas cantantes?
    Tuas vagas rolam soluçantes,
    Sobre alvura dessas praias cheias de luar,
    Escuta aquela voz que vem lá do infinito,
    Canto tão bonito, que parece
    Ser do próprio mar!

    Quando a lua tão formosa, tão serena,
    Banha de esplendor a praia
    Com seus raios sobre o mar!
    Uma esteira de luz guia a canoa,
    Que na noite constelada, vai singrando o mar!
    Eu me lembro de um bravo canoeiro,
    Que no mar seu cativeiro, passa horas a cantar!
    O murmúrio vem de tão distante,
    Canoeiro errante, teu amor é o mar!


    [Poema copiado da partitura]


    Letra Traduzida:


    Caráter Expressivo: Moderato saudoso


    Compasso: 3/4

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