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Playlist of Os Afro

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  • Os Afro-Sambas - Baden Powell

    57:39

    Great Master on the strings, for the love of (afro)samba. Album recorded in 1966

    Copyright disclaimer: images, logos, and music are property of their legitimate owners, and the undersigned does not intend any rights over them

    Tracklist
    0:00 Abertura
    6:20 Canto de Ossanha
    10:35 Labareda
    16:45 Tristeza e Solidão
    22:18 Canto do Caboclo de Pedra Preta
    25:59 Canto de Xangô
    31:53 Bocoché
    35:01 Canto de Iemanjá
    41:04 Variações Sobre Berimbau
    47:09 Tempo de Amor (Samba do Veloso)
    51:51 Lamento de Exu

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  • Canto de Ossanha

    4:16

    No mesmo ano em que se conheceram, 1962, Baden Powell e Vinicius de Moraes deram início a uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. Uma primeira leva de 25 canções foi feita em três meses, tempo que Baden passou dormindo no sofá da casa de Vinicius. A parceria continuou. Vinicius andava encantado com o LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, que também impressionou Baden. Este, por influência do capoeirista Canjiquinha, começara a frequentar rodas de capoeira e terreiros, onde aprendia mais sobre o candomblé. Fascinada, a dupla começou a escrever canções inspirada no tema: Canto de Yemanjá, Bocoché, Canto de Xangô e o clássico Canto de Ossanha. Baden, que também estudava canto gregoriano com o maestro Moacyr Santos, percebeu que os cânticos afros tinham semelhanças com os gregorianos e passou a compor melodias em cima das duas vertentes. Somente quatro anos depois, em 1966, foi lançado o LP Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, onde os dois dividiam os vocais com o Quarteto em Cy. Virou um clássico. Em 1990, uma nova gravação dos afro-sambas virou brinde de um banco. Foram feitos somente três mil CDs distribuídos aos clientes. Dessa vez – Vinicius já havia morrido – Banden cantava com o mesmo Quarteto em Cy. Dois anos depois o disco foi lançado na França. Somente agora, Os afro-sambas – Baden Powell sai no Brasil, pela gravadora Biscoito Fino, com 10 das 39 composições que Baden e Vinicius fizeram juntos.
    Biógrafo de Vinicius, o escritor José Castelo, lembra no Livro de Letras, que “talvez nenhuma outra parceria de Vinicius de Moraes guarde tantas semelhanças com o desencontro, com a cegueira e o simultâneo excesso de claridade contido numa relação de estranhamento, quanto a parceria com Baden Powell.” Segundo Castelo, “Vinicius se apaixonou pelo que não tinha”. Enquanto o poeta havia nascido e crescido na zona sul do Rio de Janeiro, convivendo com jesuítas, intelectuais e rapazes de família classe média, Baden nasceu em Varre-Sai, modesta cidade no Norte Fluminense. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se no mesmo ano em que nasceu, morou na Zona Norte, tocando violão nas igrejinhas do interior. No primeiro encontro com Vinicius, ainda segundo José Castelo, não conseguiu apertar a mão do poeta. Como recordou Baden mais tarde, “nossas mão direitas estavam ocupadas com copos”. Já Vinicius, guardou uma imagem marcante do futuro parceiro: os dedos do violonista saltavam sobre uma nuvem de cordas. Pouco depois, ao ouvir Baden acompanhando Tom Jobim num pocket-show, Vinicius marcou um encontro com o músico no terraço de um hotel em Copacabana, onde tocaram juntos pela primeira vez. E logo viraram parceiros.
    O disco de 1990 teve direção musical e arranjos do próprio Baden, que foi acompanhado por Ernesto Gonçalves (baixo), Paulo Guimães (flauta), Sutinho (bateria, tamborim e agogô), Alfredo Bessax (atabaque, ganzá, cuíca, tamborim e berimbau), Flávio Neves (surdo, atabaque, afoxé e ganzá), Valdeci (pandeiro e tamborim) e o Quarteto em Cy em participação especial em oito faixas (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 10).
    Quando Os Afro-Sambas – Baden Powell foi gravado, Baden já morava há anos na Europa mas, pouco depois, renegou o trabalho por ter se convertido a um culto evangélico. Passou a repudiar as referências ao candomblé contidas nas letras.

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  • Baden e Vinicius - Os Afro-Sambas

    32:30

    @ 432hz

  • Canto de Yemanjá

    6:04

    No mesmo ano em que se conheceram, 1962, Baden Powell e Vinicius de Moraes deram início a uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. Uma primeira leva de 25 canções foi feita em três meses, tempo que Baden passou dormindo no sofá da casa de Vinicius. A parceria continuou. Vinicius andava encantado com o LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, que também impressionou Baden. Este, por influência do capoeirista Canjiquinha, começara a frequentar rodas de capoeira e terreiros, onde aprendia mais sobre o candomblé. Fascinada, a dupla começou a escrever canções inspirada no tema: Canto de Yemanjá, Bocoché, Canto de Xangô e o clássico Canto de Ossanha. Baden, que também estudava canto gregoriano com o maestro Moacyr Santos, percebeu que os cânticos afros tinham semelhanças com os gregorianos e passou a compor melodias em cima das duas vertentes. Somente quatro anos depois, em 1966, foi lançado o LP Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, onde os dois dividiam os vocais com o Quarteto em Cy. Virou um clássico. Em 1990, uma nova gravação dos afro-sambas virou brinde de um banco. Foram feitos somente três mil CDs distribuídos aos clientes. Dessa vez – Vinicius já havia morrido – Banden cantava com o mesmo Quarteto em Cy. Dois anos depois o disco foi lançado na França. Somente agora, Os afro-sambas – Baden Powell sai no Brasil, pela gravadora Biscoito Fino, com 10 das 39 composições que Baden e Vinicius fizeram juntos.
    Biógrafo de Vinicius, o escritor José Castelo, lembra no Livro de Letras, que “talvez nenhuma outra parceria de Vinicius de Moraes guarde tantas semelhanças com o desencontro, com a cegueira e o simultâneo excesso de claridade contido numa relação de estranhamento, quanto a parceria com Baden Powell.” Segundo Castelo, “Vinicius se apaixonou pelo que não tinha”. Enquanto o poeta havia nascido e crescido na zona sul do Rio de Janeiro, convivendo com jesuítas, intelectuais e rapazes de família classe média, Baden nasceu em Varre-Sai, modesta cidade no Norte Fluminense. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se no mesmo ano em que nasceu, morou na Zona Norte, tocando violão nas igrejinhas do interior. No primeiro encontro com Vinicius, ainda segundo José Castelo, não conseguiu apertar a mão do poeta. Como recordou Baden mais tarde, “nossas mão direitas estavam ocupadas com copos”. Já Vinicius, guardou uma imagem marcante do futuro parceiro: os dedos do violonista saltavam sobre uma nuvem de cordas. Pouco depois, ao ouvir Baden acompanhando Tom Jobim num pocket-show, Vinicius marcou um encontro com o músico no terraço de um hotel em Copacabana, onde tocaram juntos pela primeira vez. E logo viraram parceiros.
    O disco de 1990 teve direção musical e arranjos do próprio Baden, que foi acompanhado por Ernesto Gonçalves (baixo), Paulo Guimães (flauta), Sutinho (bateria, tamborim e agogô), Alfredo Bessax (atabaque, ganzá, cuíca, tamborim e berimbau), Flávio Neves (surdo, atabaque, afoxé e ganzá), Valdeci (pandeiro e tamborim) e o Quarteto em Cy em participação especial em oito faixas (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 10).
    Quando Os Afro-Sambas – Baden Powell foi gravado, Baden já morava há anos na Europa mas, pouco depois, renegou o trabalho por ter se convertido a um culto evangélico. Passou a repudiar as referências ao candomblé contidas nas letras.

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  • Lamento de Exú

    6:06

    No mesmo ano em que se conheceram, 1962, Baden Powell e Vinicius de Moraes deram início a uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. Uma primeira leva de 25 canções foi feita em três meses, tempo que Baden passou dormindo no sofá da casa de Vinicius. A parceria continuou. Vinicius andava encantado com o LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, que também impressionou Baden. Este, por influência do capoeirista Canjiquinha, começara a frequentar rodas de capoeira e terreiros, onde aprendia mais sobre o candomblé. Fascinada, a dupla começou a escrever canções inspirada no tema: Canto de Yemanjá, Bocoché, Canto de Xangô e o clássico Canto de Ossanha. Baden, que também estudava canto gregoriano com o maestro Moacyr Santos, percebeu que os cânticos afros tinham semelhanças com os gregorianos e passou a compor melodias em cima das duas vertentes. Somente quatro anos depois, em 1966, foi lançado o LP Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, onde os dois dividiam os vocais com o Quarteto em Cy. Virou um clássico. Em 1990, uma nova gravação dos afro-sambas virou brinde de um banco. Foram feitos somente três mil CDs distribuídos aos clientes. Dessa vez – Vinicius já havia morrido – Banden cantava com o mesmo Quarteto em Cy. Dois anos depois o disco foi lançado na França. Somente agora, Os afro-sambas – Baden Powell sai no Brasil, pela gravadora Biscoito Fino, com 10 das 39 composições que Baden e Vinicius fizeram juntos.
    Biógrafo de Vinicius, o escritor José Castelo, lembra no Livro de Letras, que “talvez nenhuma outra parceria de Vinicius de Moraes guarde tantas semelhanças com o desencontro, com a cegueira e o simultâneo excesso de claridade contido numa relação de estranhamento, quanto a parceria com Baden Powell.” Segundo Castelo, “Vinicius se apaixonou pelo que não tinha”. Enquanto o poeta havia nascido e crescido na zona sul do Rio de Janeiro, convivendo com jesuítas, intelectuais e rapazes de família classe média, Baden nasceu em Varre-Sai, modesta cidade no Norte Fluminense. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se no mesmo ano em que nasceu, morou na Zona Norte, tocando violão nas igrejinhas do interior. No primeiro encontro com Vinicius, ainda segundo José Castelo, não conseguiu apertar a mão do poeta. Como recordou Baden mais tarde, “nossas mão direitas estavam ocupadas com copos”. Já Vinicius, guardou uma imagem marcante do futuro parceiro: os dedos do violonista saltavam sobre uma nuvem de cordas. Pouco depois, ao ouvir Baden acompanhando Tom Jobim num pocket-show, Vinicius marcou um encontro com o músico no terraço de um hotel em Copacabana, onde tocaram juntos pela primeira vez. E logo viraram parceiros.
    O disco de 1990 teve direção musical e arranjos do próprio Baden, que foi acompanhado por Ernesto Gonçalves (baixo), Paulo Guimães (flauta), Sutinho (bateria, tamborim e agogô), Alfredo Bessax (atabaque, ganzá, cuíca, tamborim e berimbau), Flávio Neves (surdo, atabaque, afoxé e ganzá), Valdeci (pandeiro e tamborim) e o Quarteto em Cy em participação especial em oito faixas (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 10).
    Quando Os Afro-Sambas – Baden Powell foi gravado, Baden já morava há anos na Europa mas, pouco depois, renegou o trabalho por ter se convertido a um culto evangélico. Passou a repudiar as referências ao candomblé contidas nas letras.

  • Canto de Xangô

    5:55

    No mesmo ano em que se conheceram, 1962, Baden Powell e Vinicius de Moraes deram início a uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. Uma primeira leva de 25 canções foi feita em três meses, tempo que Baden passou dormindo no sofá da casa de Vinicius. A parceria continuou. Vinicius andava encantado com o LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, que também impressionou Baden. Este, por influência do capoeirista Canjiquinha, começara a frequentar rodas de capoeira e terreiros, onde aprendia mais sobre o candomblé. Fascinada, a dupla começou a escrever canções inspirada no tema: Canto de Yemanjá, Bocoché, Canto de Xangô e o clássico Canto de Ossanha. Baden, que também estudava canto gregoriano com o maestro Moacyr Santos, percebeu que os cânticos afros tinham semelhanças com os gregorianos e passou a compor melodias em cima das duas vertentes. Somente quatro anos depois, em 1966, foi lançado o LP Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, onde os dois dividiam os vocais com o Quarteto em Cy. Virou um clássico. Em 1990, uma nova gravação dos afro-sambas virou brinde de um banco. Foram feitos somente três mil CDs distribuídos aos clientes. Dessa vez – Vinicius já havia morrido – Banden cantava com o mesmo Quarteto em Cy. Dois anos depois o disco foi lançado na França. Somente agora, Os afro-sambas – Baden Powell sai no Brasil, pela gravadora Biscoito Fino, com 10 das 39 composições que Baden e Vinicius fizeram juntos.
    Biógrafo de Vinicius, o escritor José Castelo, lembra no Livro de Letras, que “talvez nenhuma outra parceria de Vinicius de Moraes guarde tantas semelhanças com o desencontro, com a cegueira e o simultâneo excesso de claridade contido numa relação de estranhamento, quanto a parceria com Baden Powell.” Segundo Castelo, “Vinicius se apaixonou pelo que não tinha”. Enquanto o poeta havia nascido e crescido na zona sul do Rio de Janeiro, convivendo com jesuítas, intelectuais e rapazes de família classe média, Baden nasceu em Varre-Sai, modesta cidade no Norte Fluminense. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se no mesmo ano em que nasceu, morou na Zona Norte, tocando violão nas igrejinhas do interior. No primeiro encontro com Vinicius, ainda segundo José Castelo, não conseguiu apertar a mão do poeta. Como recordou Baden mais tarde, “nossas mão direitas estavam ocupadas com copos”. Já Vinicius, guardou uma imagem marcante do futuro parceiro: os dedos do violonista saltavam sobre uma nuvem de cordas. Pouco depois, ao ouvir Baden acompanhando Tom Jobim num pocket-show, Vinicius marcou um encontro com o músico no terraço de um hotel em Copacabana, onde tocaram juntos pela primeira vez. E logo viraram parceiros.
    O disco de 1990 teve direção musical e arranjos do próprio Baden, que foi acompanhado por Ernesto Gonçalves (baixo), Paulo Guimães (flauta), Sutinho (bateria, tamborim e agogô), Alfredo Bessax (atabaque, ganzá, cuíca, tamborim e berimbau), Flávio Neves (surdo, atabaque, afoxé e ganzá), Valdeci (pandeiro e tamborim) e o Quarteto em Cy em participação especial em oito faixas (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 10).
    Quando Os Afro-Sambas – Baden Powell foi gravado, Baden já morava há anos na Europa mas, pouco depois, renegou o trabalho por ter se convertido a um culto evangélico. Passou a repudiar as referências ao candomblé contidas nas letras.

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  • André Sampaio & Os Afro Mandinga 2013-05-11

    4:34

    Hey, we're not just about samba over here at channel samballistic...

    Check out André Sampaio & Os Afro Mandinga, 2013-05-11 at Teatro Rival.

  • Os Labareda - Pizei Tala www.ditoxproducoes.com

    3:31

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  • Os Sefamy - Mata Cabrito www.ditoxproducoes.com

    3:31

    #GuetoAngolaMusica
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  • Os Afro 15 E nas Calma Apresentação

    1:55

  • Baden Powell - Os Afro-Sambas

    57:40

    Os Afro-sambas é um álbum do violonista Baden Powell e do compositor e cantor Vinicius de Moraes, de 1966.
    Considerado por muitos críticos como um divisor de águas na MPB por fundir vários elementos da sonoridade africana ao samba, Os Afro-sambas é o segundo LP lançado pela parceria Baden Powell / Vínicius de Moraes. Segundo relata Vinicius, numa crônica escrita em 1965 e disponível no livro Samba Falado (Editora Beco do Azougue), o poeta recebera de Carlos Coqueijo um disco com sambas-de-roda da Bahia, pontos de candomblé e toques de berimbau que encantaram Vinicius de Moraes. Baden Powell também fora à Bahia e conferira pessoalmente os cantos do candomblé baiano. Desse mútuo encantamento pelo samba e religiosidade encontrada na Bahia, surgiu o projeto dos Afro-sambas, que se tornou um álbum gravado em 1966.

    As oito canções apresentam uma rica e singular musicalidade, que traz uma mistura de instrumentos do candomblé e da umbanda (como atabaques e afoxés) com timbres mais comuns à música brasileira (agogôs, saxofones e pandeiros).

    O grande destaque do álbum é a faixa de abertura Canto de Ossanha, futuro clássico da MPB, que conta com a participação nos vocais da atriz Betty Faria e na flauta de Nicolino Cópia.

    Baden Powell realizou em 1990 uma regravação deste álbum, novamente acompanhado pelo Quarteto em Cy, em que basicamente manteve os mesmos arranjos mas procurou obter uma melhor qualidade sonora, uma forma de homenagear o amigo Vinícius, então já falecido.
    Todas as faixas são de autoria conjunta de Baden Powell e Vinícius de Moraes.

    Canto de Ossanha - 03:23
    Canto de Xangô - 06:28
    Bocoché - 02:34
    Canto de Iemanjá - 04:47
    Tempo de amor - 04:28
    Canto do Caboclo Pedra-Preta - 03:39
    Tristeza e solidão - 04:35
    Lamento de Exu - 02:16
    Ficha técnica[editar | editar código-fonte]
    Produção e direção artística: Roberto Quartin e Wadi Gebara
    Técnico de gravação: Ademar Rocha
    Contracapa: Vinicius de Moraes
    Fotos: Pedro de Moraes
    Capa: Goebel Weyne
    Arranjos e regência: Maestro Guerra Peixe
    Vocais: Vinicius de Moraes, Quarteto em Cy e Coro Misto
    Sax tenor: Pedro Luiz de Assis
    Sax barítono: Aurino Ferreira
    Flauta: Nicolino Cópia
    Violão: Baden Powell
    Contrabaixo: Jorge Marinho
    Bateria: Reisinho
    Atabaque: Alfredo Bessa
    Atabaque pequeno: Nelson Luiz
    Bongô: Alexandre Silva Martins
    Pandeiro: Gilson de Freitas
    Agogô: Mineirinho
    Afoxé: Adyr Jose Raimundo

  • Os Caxambus - Afro Tupiniquim

    2:50

    [Afro Tupiniquim]

    Vamos viver o amor
    Da cabeça aos pés.
    Construir pontes
    E derrubar os muros.

    Samba no batuque
    Afro Tupiniquim.
    O sussurro da tua voz
    Que grita em mim.

    Eu sou o teu amor
    Eu só tenho o amor.

    A tua alma cativa a luz
    De sol a sol, cachoeira e mar.
    Preta, pretinha magnética.
    Somos livres pra semear
    E colher o divino fruto.
    Absorver e observar.

    Fortes e juntos vamos vencer.
    Viver e crer na cumplicidade
    Observar e absorver.

    Disse um dia Carpinejar:
    ‘Liberdade na vida é ter
    Um amor pra se prender.
    --------------------------------------------------------------------------------------------------
    Ficha Técnica:

    Voz: Daniel Flores
    Violão: Daniel Flores
    Percussão: Victor Nunes
    Baixo: Victor Nunes

    Técnico de Gravação: Ruan Diniz
    Gravado no Estúdio Miolo Mole em outubro de 2017.
    ---------------------------------------------------------------------------------------------------
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    Música Mineira Interestelar

  • Os Afro Dance - Ta Bumbar Tipo Langa

    3:36

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  • Os Afro Sambas Full Album Baden Powell

    57:39

    Great Master on the strings, for the love of (afro)samba. Album recorded in 1966

    Copyright disclaimer: images, logos, and music are property of their legitimate owners, and the undersigned does not intend any rights over them

    Tracklist
    0:00 Abertura
    6:20 Canto de Ossanha
    10:35 Labareda
    16:45 Tristeza e Solidão
    22:18 Canto do Caboclo de Pedra Preta
    25:59 Canto de Xangô
    31:53 Bocoché
    35:01 Canto de Iemanjá
    41:04 Variações Sobre Berimbau
    47:09 Tempo de Amor (Samba do Veloso)
    51:51 Lamento de Exu

  • Os Bamfumu - Tá Falar Tá Fazer www.ditoxproducoes.com

    4:51

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  • Abertura

    6:22

  • Os Villa Tokitos feat Godzila Do Game - O Problema ► Afro House 2018

    3:28

    Music O Problem performed by Os Villa Tokitos feat Godzila Do Game

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  • Os Afro Wassa - Mandeba

    3:21

  • Os Kotas Dos Putos - Azobina www.ditoxproducoes.com

    3:16

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  • Labareda

    6:10

    No mesmo ano em que se conheceram, 1962, Baden Powell e Vinicius de Moraes deram início a uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. Uma primeira leva de 25 canções foi feita em três meses, tempo que Baden passou dormindo no sofá da casa de Vinicius. A parceria continuou. Vinicius andava encantado com o LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, que também impressionou Baden. Este, por influência do capoeirista Canjiquinha, começara a frequentar rodas de capoeira e terreiros, onde aprendia mais sobre o candomblé. Fascinada, a dupla começou a escrever canções inspirada no tema: Canto de Yemanjá, Bocoché, Canto de Xangô e o clássico Canto de Ossanha. Baden, que também estudava canto gregoriano com o maestro Moacyr Santos, percebeu que os cânticos afros tinham semelhanças com os gregorianos e passou a compor melodias em cima das duas vertentes. Somente quatro anos depois, em 1966, foi lançado o LP Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, onde os dois dividiam os vocais com o Quarteto em Cy. Virou um clássico. Em 1990, uma nova gravação dos afro-sambas virou brinde de um banco. Foram feitos somente três mil CDs distribuídos aos clientes. Dessa vez – Vinicius já havia morrido – Banden cantava com o mesmo Quarteto em Cy. Dois anos depois o disco foi lançado na França. Somente agora, Os afro-sambas – Baden Powell sai no Brasil, pela gravadora Biscoito Fino, com 10 das 39 composições que Baden e Vinicius fizeram juntos.
    Biógrafo de Vinicius, o escritor José Castelo, lembra no Livro de Letras, que “talvez nenhuma outra parceria de Vinicius de Moraes guarde tantas semelhanças com o desencontro, com a cegueira e o simultâneo excesso de claridade contido numa relação de estranhamento, quanto a parceria com Baden Powell.” Segundo Castelo, “Vinicius se apaixonou pelo que não tinha”. Enquanto o poeta havia nascido e crescido na zona sul do Rio de Janeiro, convivendo com jesuítas, intelectuais e rapazes de família classe média, Baden nasceu em Varre-Sai, modesta cidade no Norte Fluminense. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se no mesmo ano em que nasceu, morou na Zona Norte, tocando violão nas igrejinhas do interior. No primeiro encontro com Vinicius, ainda segundo José Castelo, não conseguiu apertar a mão do poeta. Como recordou Baden mais tarde, “nossas mão direitas estavam ocupadas com copos”. Já Vinicius, guardou uma imagem marcante do futuro parceiro: os dedos do violonista saltavam sobre uma nuvem de cordas. Pouco depois, ao ouvir Baden acompanhando Tom Jobim num pocket-show, Vinicius marcou um encontro com o músico no terraço de um hotel em Copacabana, onde tocaram juntos pela primeira vez. E logo viraram parceiros.
    O disco de 1990 teve direção musical e arranjos do próprio Baden, que foi acompanhado por Ernesto Gonçalves (baixo), Paulo Guimães (flauta), Sutinho (bateria, tamborim e agogô), Alfredo Bessax (atabaque, ganzá, cuíca, tamborim e berimbau), Flávio Neves (surdo, atabaque, afoxé e ganzá), Valdeci (pandeiro e tamborim) e o Quarteto em Cy em participação especial em oito faixas (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 10).
    Quando Os Afro-Sambas – Baden Powell foi gravado, Baden já morava há anos na Europa mas, pouco depois, renegou o trabalho por ter se convertido a um culto evangélico. Passou a repudiar as referências ao candomblé contidas nas letras.

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  • Os Nandako - Esto dormir De Pé ► Afro House 2018

    3:05

    Music Esto dormir De Pé performed by Os Nandako

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  • 1. Abertura - Os Afro Sambas - Baden Powell

    6:21

    1 - Abertura

  • Release Os Afro Raps - Mc Ralph

    5:32

    Vídeo de lançamento do CD Os Afro Raps.
    Gravado nas cidades de São Paulo, São José dos Campos, Pindamonhangaba e Ubatuba em Julho de 2011.

  • Os Moikanos - Lhe Trairam www.ditoxproducoes.com

    3:40

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  • Afro House Novo Remixxx 2019 Dj Gelson Gelson Official

    29:12

    Mais Novo Mix _ Afro HoUse Music - Os Máquina Vol5
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  • Tristeza e Solidão

    5:33

    No mesmo ano em que se conheceram, 1962, Baden Powell e Vinicius de Moraes deram início a uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. Uma primeira leva de 25 canções foi feita em três meses, tempo que Baden passou dormindo no sofá da casa de Vinicius. A parceria continuou. Vinicius andava encantado com o LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, que também impressionou Baden. Este, por influência do capoeirista Canjiquinha, começara a frequentar rodas de capoeira e terreiros, onde aprendia mais sobre o candomblé. Fascinada, a dupla começou a escrever canções inspirada no tema: Canto de Yemanjá, Bocoché, Canto de Xangô e o clássico Canto de Ossanha. Baden, que também estudava canto gregoriano com o maestro Moacyr Santos, percebeu que os cânticos afros tinham semelhanças com os gregorianos e passou a compor melodias em cima das duas vertentes. Somente quatro anos depois, em 1966, foi lançado o LP Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, onde os dois dividiam os vocais com o Quarteto em Cy. Virou um clássico. Em 1990, uma nova gravação dos afro-sambas virou brinde de um banco. Foram feitos somente três mil CDs distribuídos aos clientes. Dessa vez – Vinicius já havia morrido – Banden cantava com o mesmo Quarteto em Cy. Dois anos depois o disco foi lançado na França. Somente agora, Os afro-sambas – Baden Powell sai no Brasil, pela gravadora Biscoito Fino, com 10 das 39 composições que Baden e Vinicius fizeram juntos.
    Biógrafo de Vinicius, o escritor José Castelo, lembra no Livro de Letras, que “talvez nenhuma outra parceria de Vinicius de Moraes guarde tantas semelhanças com o desencontro, com a cegueira e o simultâneo excesso de claridade contido numa relação de estranhamento, quanto a parceria com Baden Powell.” Segundo Castelo, “Vinicius se apaixonou pelo que não tinha”. Enquanto o poeta havia nascido e crescido na zona sul do Rio de Janeiro, convivendo com jesuítas, intelectuais e rapazes de família classe média, Baden nasceu em Varre-Sai, modesta cidade no Norte Fluminense. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se no mesmo ano em que nasceu, morou na Zona Norte, tocando violão nas igrejinhas do interior. No primeiro encontro com Vinicius, ainda segundo José Castelo, não conseguiu apertar a mão do poeta. Como recordou Baden mais tarde, “nossas mão direitas estavam ocupadas com copos”. Já Vinicius, guardou uma imagem marcante do futuro parceiro: os dedos do violonista saltavam sobre uma nuvem de cordas. Pouco depois, ao ouvir Baden acompanhando Tom Jobim num pocket-show, Vinicius marcou um encontro com o músico no terraço de um hotel em Copacabana, onde tocaram juntos pela primeira vez. E logo viraram parceiros.
    O disco de 1990 teve direção musical e arranjos do próprio Baden, que foi acompanhado por Ernesto Gonçalves (baixo), Paulo Guimães (flauta), Sutinho (bateria, tamborim e agogô), Alfredo Bessax (atabaque, ganzá, cuíca, tamborim e berimbau), Flávio Neves (surdo, atabaque, afoxé e ganzá), Valdeci (pandeiro e tamborim) e o Quarteto em Cy em participação especial em oito faixas (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 10).
    Quando Os Afro-Sambas – Baden Powell foi gravado, Baden já morava há anos na Europa mas, pouco depois, renegou o trabalho por ter se convertido a um culto evangélico. Passou a repudiar as referências ao candomblé contidas nas letras.

  • REMIX AFRO HOUSE BEAT Novo 2018 Dj Gelson Gelson

    12:01

    ????????????
    Remix Afro House original
    Álbum Mix Os Máquinas Song Mix
    Deejay Gelson Gelson Official e Produtor
    ????????????✔✔✅✅
    Escutam e partilham

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  • Os Wuawua - Wuawua Cais Efm Sangra

    4:23

    Os Wuawua - Wuawua (Afro House)
    Cais Efm Sangra

  • Canto de Xangô - Os Afro Sambas de Baden e Vinicius

    6:31

    Created with

  • Os Bwé De Toques - Na Panela de Baixo www.ditoxproducoes.com

    4:31

    #GuetoAngolaMusica
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  • Medley Os Afro-Sambas - Bossa Nova 60 Anos por Mário Brito & Marina Falda

    5:09

    O Medley Os Afro-Sambas é composto por três canções da brilhante parceria entre Vinicius de Moraes e Baden Powell.
    1. Berimbau
    2. Consolação
    3. Canto de Ossanha

    O show Bossa Nova 60 Anos é uma produção idealizada por Mário Brito & Marina Falda (Duo MM) em parceria de Bruno Fernandes Chamochumbi (MBM Ideias).

    Gravado em Outubro de 2018 na Casa Barce, em Piracicaba/SP.

    Carlos André Camarão (Bateria)
    Lígia Gabriellle - Piano
    Junior Patreze - Violão e Guitarra
    Mário Brito - Baixo e Voz
    Marina Falda - Voz e Violoncelo

    Imagens e Edição: Maycon Barbon
    Captação de áudio e Mixagem: Claudio Formiga

  • Afro House Remixxx Novo 2019 Dj Gelson Gelson - Quality Audio & Video HD

    35:57

    Mais Novo Mix _ Afro HoUse Music - Os Máquina Vol 7
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  • Os Afro Sambas - Vinícius, Baden e o Coro dos Amigos - TEMPO DE AMOR - Vinícius e Baden

    4:29

    Os Afro Sambas - Vinícius, Baden e o Coro dos Amigos - TEMPO DE AMOR - Vinícius de Moraes e Baden Powell.
    Álbum: Os Afro Sambas - Baden e Vinícius.
    Ano de 1966.



    Ficha Técnica:
    Produção e direção artística - Roberto Quartin e Wadi Guebara
    Técnico de Gravação - Ademar Rocha
    Contracapa - Vinícius de Moraes
    Capa - Goebel Weyne
    Arranjos e Regência - Maestro Guerra Peixe
    Vocais: Vinícius de Moraes, Quarteto em Cy e Coro Misto
    Sax Tenor - Pedro Luiz de Assis
    Sax Barítono = Aurino Ferreira
    Flauta - Nicolino Cópia
    Violão - Baden Powell
    Contrabaixo - Jorge Marinho
    Bateria - Reisinho
    Atabaque - Alfredo Bessa
    Atabaque Pequeno - Nelson Luiz
    Bongô - alexandre Silva Martins
    Pandeiro - Gilson de Freitas
    Agogô - Mineirinho
    Afoxé - Adyr José Raimundo

  • Tempo de Amor

    4:43

    No mesmo ano em que se conheceram, 1962, Baden Powell e Vinicius de Moraes deram início a uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. Uma primeira leva de 25 canções foi feita em três meses, tempo que Baden passou dormindo no sofá da casa de Vinicius. A parceria continuou. Vinicius andava encantado com o LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, que também impressionou Baden. Este, por influência do capoeirista Canjiquinha, começara a frequentar rodas de capoeira e terreiros, onde aprendia mais sobre o candomblé. Fascinada, a dupla começou a escrever canções inspirada no tema: Canto de Yemanjá, Bocoché, Canto de Xangô e o clássico Canto de Ossanha. Baden, que também estudava canto gregoriano com o maestro Moacyr Santos, percebeu que os cânticos afros tinham semelhanças com os gregorianos e passou a compor melodias em cima das duas vertentes. Somente quatro anos depois, em 1966, foi lançado o LP Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, onde os dois dividiam os vocais com o Quarteto em Cy. Virou um clássico. Em 1990, uma nova gravação dos afro-sambas virou brinde de um banco. Foram feitos somente três mil CDs distribuídos aos clientes. Dessa vez – Vinicius já havia morrido – Banden cantava com o mesmo Quarteto em Cy. Dois anos depois o disco foi lançado na França. Somente agora, Os afro-sambas – Baden Powell sai no Brasil, pela gravadora Biscoito Fino, com 10 das 39 composições que Baden e Vinicius fizeram juntos.
    Biógrafo de Vinicius, o escritor José Castelo, lembra no Livro de Letras, que “talvez nenhuma outra parceria de Vinicius de Moraes guarde tantas semelhanças com o desencontro, com a cegueira e o simultâneo excesso de claridade contido numa relação de estranhamento, quanto a parceria com Baden Powell.” Segundo Castelo, “Vinicius se apaixonou pelo que não tinha”. Enquanto o poeta havia nascido e crescido na zona sul do Rio de Janeiro, convivendo com jesuítas, intelectuais e rapazes de família classe média, Baden nasceu em Varre-Sai, modesta cidade no Norte Fluminense. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se no mesmo ano em que nasceu, morou na Zona Norte, tocando violão nas igrejinhas do interior. No primeiro encontro com Vinicius, ainda segundo José Castelo, não conseguiu apertar a mão do poeta. Como recordou Baden mais tarde, “nossas mão direitas estavam ocupadas com copos”. Já Vinicius, guardou uma imagem marcante do futuro parceiro: os dedos do violonista saltavam sobre uma nuvem de cordas. Pouco depois, ao ouvir Baden acompanhando Tom Jobim num pocket-show, Vinicius marcou um encontro com o músico no terraço de um hotel em Copacabana, onde tocaram juntos pela primeira vez. E logo viraram parceiros.
    O disco de 1990 teve direção musical e arranjos do próprio Baden, que foi acompanhado por Ernesto Gonçalves (baixo), Paulo Guimães (flauta), Sutinho (bateria, tamborim e agogô), Alfredo Bessax (atabaque, ganzá, cuíca, tamborim e berimbau), Flávio Neves (surdo, atabaque, afoxé e ganzá), Valdeci (pandeiro e tamborim) e o Quarteto em Cy em participação especial em oito faixas (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 10).
    Quando Os Afro-Sambas – Baden Powell foi gravado, Baden já morava há anos na Europa mas, pouco depois, renegou o trabalho por ter se convertido a um culto evangélico. Passou a repudiar as referências ao candomblé contidas nas letras.

  • Afro House Remix 2020 - O COMEÇO Dj Gelson Gelson

    33:35

    Mais Novo Mix _ Afro HoUse Music - Os Máquina 2020 Deejay & Produtor Play,Follow, Partilham , Obgds

  • Afro House Remix 2019 Novo Dj Gelson Gelson Official - new new

    39:02

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  • CORAL UNIFESP OS AFRO-SAMBAS

    4:12

    OS AFRO-SAMBAS de BADEN POWELL e VINÍCIUS DE MORAES
    ABRIL 2008

  • Os Santiegos & Afrozone - Tá Li Pó

    5:16

    Baixe -

    #AfroHouse #OsSantiegos #Afrozone #TáLiPó
    #YuriUnibelas

  • Orquestra Experimental de Repertório, Guerra-Peixe - Os Afro - Sambas - Batidabrazil

    1:00

    Batida Brazil is the place to discover all the exiting music from Brazil. Hear the carnival sounds from Rio de Janeiro, sounds of the street from Sao Paulo and the music that the amazon rainforest inspired! Subscribe to stay connected to our channel and receive all of our video updates !

  • Afro House ReMix 2018 Dj Gelson Gelson feat Os Merèpias e Os Tri Pandas - Video HD

    18:56

    Afro House 2018 / Drums 2018 / African
    Produtuction - Dj Gelson Gelson Official
    Imagem - Dj Gelson Gelson Official
    Dançarinos - Os Merèpias e Os Tri Pandas
    Cabo Verde

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  • Os Cumba - Tamein www.ditoxproducoes.com

    4:11

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  • Os Santiegos Ft. Neru Americano & Dj Vado Poster - Sem Maldade

    4:36

    Baixe -

    #AfroHouse #OsSantiegos #NeruAmericano #DjVadoPoster #SemMaldade #YuriUnibelas

  • Os Afro Bila - Daquele Pai

    3:16

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  • Os Afro-Sambas - オス・アフロ・サンバス - マルコス・スザーノ&グラウコ・ソテール

    1:44

    プレスリリース
    マルコス・スザーノ&グラウコ・ソテールがコラボで演奏する「ヴィニシウス・ジ・モラエスとバーデン・パウエルのオス・アフロ・サンバス」はブラジル音楽現代最高のミュージシャン二人がコラボする作品です。 ベーシストのグラウコ・ソテールは「ドイス・エン・ウン」アルバムを現代ベースベストアルバムの中で評判の良い作品である。そしてブラジル音楽パーカションの伝説、マルコス・スザーノ。この最強なお二人のコラボレーションは1966年のOS AFRO-SAMBASアルバムをよみがえるつもりである。ヴィニシウス・ジ・モラエスとバーデン・パウエルのオス・アフロ・サンバスアルバムはブラジル音楽の歴史に残る程、重要な作品。 OS AFRO-SAMBASアルバムはサンバ及びアフリカ系音楽を合体するのであり、ヴィニシウス・ジ・モラエスとバーデン・パウエルの二回目のコラボで生まれた作品。 この作品では豊かでユニークな音楽性を特色とし、サンバとカンドブレの要素が混在している。 演奏では、マルコス・スザーノ&グラウコ・ソテールは1966年のアルバムを新しくアレンジし、パーカションとベースの完璧な“結婚“を示している。 アルバムの全曲、およびアフリカのサンバの音の影響を受けて二重の歌(ヴィニシウス/バーデン)で生れた曲も演奏される。 このプロジェクトは創造性、研究と新アレンジによって正当化されたものであります。通常音楽楽器バンドの“キッチン“の一部であるパーカションとベースをメインとして演奏する新たな境地を開拓する。 マルコス・スザーノ&グラウコ・ソテールコラボの他にブラジル、パラナ州出身のアーティストが参加します: Thayana Barbosa タヤナ・バルボーザ(ボーカル)、Paulinho Schoffen パウリーニョ・ショッフェン(ボーカル) 及び Rafael Marinho ラファエル・マリーニョ(7弦ギター)
    プレゼンテーション: 1.CANTO DE XANGÔ (カント・デ・シャンゴー) 2.CANTO DE IEMANJÁ(カント・デ・イエマンジャー) 3.CANTO DE OSSANHA(カント・デ・オサニャ) 4.TRISTEZA E SOLIDÃO (トリステーザ・エ・ソリダオ) 5.CANTO DE PEDRA PRETA (カント・デ・ペドラ・ペェトラ) 6.BOCOCHÊ (ボロコシェー) 7.TEMPO DE AMOR (テンポ・デ・アモー) 8.LAMENTO DE EXÚ (ラメント・デ・エシュ) 9.CONSOLAÇÃO (コンソラサオ) 10.LABAREDA (ラバレダ) 11.SAMBA DA BENÇÂO (サンバ・ダ・ベンサオ) 12.BERIMBAU (ベリンバウ)

  • Os Afro Sambas - Canto de Ossanha

    2:57

  • AfroVibes & Friends 1 || Os Moikanos - Impro || Choreo By Petit Afro

    4:35

    THIS IS SPECIAL VIDEO TO ALL OF OUR FANS WHO ALWAYS LEARN OUR DANCE MOVES . THIS IS FOR YOU GUYS GO AND LEARN IT

  • Os Afro Sambas - Vinícius, Baden, Quarteto em Cy, Coro dos Amigos - BOCOCHÊ - Baden e Vinícius

    2:37

    Os Afro Sambas - Vinícius, Baden, Quarteto em Cy, Coro dos Amigos - BOCOCHÊ - Baden Powell e Vinícius de Moraes.
    Álbum: Os Afro Sambas - Baden e Vinícius.
    Ano de 1966.



    Ficha Técnica:
    Produção e direção artística - Roberto Quartin e Wadi Guebara
    Técnico de Gravação - Ademar Rocha
    Contracapa - Vinícius de Moraes
    Capa - Goebel Weyne
    Arranjos e Regência - Maestro Guerra Peixe
    Vocais: Vinícius de Moraes, Quarteto em Cy e Coro Misto
    Sax Tenor - Pedro Luiz de Assis
    Sax Barítono = Aurino Ferreira
    Flauta - Nicolino Cópia
    Violão - Baden Powell
    Contrabaixo - Jorge Marinho
    Bateria - Reisinho
    Atabaque - Alfredo Bessa
    Atabaque Pequeno - Nelson Luiz
    Bongô - alexandre Silva Martins
    Pandeiro - Gilson de Freitas
    Agogô - Mineirinho
    Afoxé - Adyr José Raimundo


    Menina bonita, pra onde é qu'ocê vai
    Menina bonita, pra onde é qu'ocê vai
    Vou procurar o meu lindo amor
    No fundo do mar
    Vou procurar o meu lindo amor
    No fundo do mar

    Nhem, nhem, nhem
    É onda que vai
    Nhem, nhem, nhem
    É onda que vem
    Nhem, nhem, nhem
    Tristeza que vai
    Nhem, nhem, nhem
    Tristeza que vem

    Foi e nunca mais voltou
    Nunca mais! Nunca mais
    Triste, triste me deixou

    Nhem, nhem, nhem
    É onda que vai
    Nhem, nhem, nhem
    É a vida que vem
    Nhem, nhem, nhem
    É a vida que vai
    Nhem, nhem, nhem
    Não volta ninguém

    Menina bonita, não vá para o mar
    Menina bonita, não vá para o mar

    Vou me casar com o meu lindo amor
    No fundo do mar
    Vou me casar com o meu lindo amor
    No fundo do mar

    Nhem, nhem, nhem
    É onda que vai
    Nhem, nhem, nhem
    É onda que vem
    Nhem, nhem, nhem
    É a vida que vai
    Nhem, nhem, nhem
    Não volta ninguém

    Menina bonita que foi para o mar
    Menina bonita que foi para o mar
    Dorme, meu bem
    Que você também é Iemanjá
    Dorme, meu bem
    Que você também é Iemanjá

  • Variações Sobre Berimbau

    6:06

    No mesmo ano em que se conheceram, 1962, Baden Powell e Vinicius de Moraes deram início a uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. Uma primeira leva de 25 canções foi feita em três meses, tempo que Baden passou dormindo no sofá da casa de Vinicius. A parceria continuou. Vinicius andava encantado com o LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, que também impressionou Baden. Este, por influência do capoeirista Canjiquinha, começara a frequentar rodas de capoeira e terreiros, onde aprendia mais sobre o candomblé. Fascinada, a dupla começou a escrever canções inspirada no tema: Canto de Yemanjá, Bocoché, Canto de Xangô e o clássico Canto de Ossanha. Baden, que também estudava canto gregoriano com o maestro Moacyr Santos, percebeu que os cânticos afros tinham semelhanças com os gregorianos e passou a compor melodias em cima das duas vertentes. Somente quatro anos depois, em 1966, foi lançado o LP Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, onde os dois dividiam os vocais com o Quarteto em Cy. Virou um clássico. Em 1990, uma nova gravação dos afro-sambas virou brinde de um banco. Foram feitos somente três mil CDs distribuídos aos clientes. Dessa vez – Vinicius já havia morrido – Banden cantava com o mesmo Quarteto em Cy. Dois anos depois o disco foi lançado na França. Somente agora, Os afro-sambas – Baden Powell sai no Brasil, pela gravadora Biscoito Fino, com 10 das 39 composições que Baden e Vinicius fizeram juntos.
    Biógrafo de Vinicius, o escritor José Castelo, lembra no Livro de Letras, que “talvez nenhuma outra parceria de Vinicius de Moraes guarde tantas semelhanças com o desencontro, com a cegueira e o simultâneo excesso de claridade contido numa relação de estranhamento, quanto a parceria com Baden Powell.” Segundo Castelo, “Vinicius se apaixonou pelo que não tinha”. Enquanto o poeta havia nascido e crescido na zona sul do Rio de Janeiro, convivendo com jesuítas, intelectuais e rapazes de família classe média, Baden nasceu em Varre-Sai, modesta cidade no Norte Fluminense. No Rio de Janeiro, para onde mudou-se no mesmo ano em que nasceu, morou na Zona Norte, tocando violão nas igrejinhas do interior. No primeiro encontro com Vinicius, ainda segundo José Castelo, não conseguiu apertar a mão do poeta. Como recordou Baden mais tarde, “nossas mão direitas estavam ocupadas com copos”. Já Vinicius, guardou uma imagem marcante do futuro parceiro: os dedos do violonista saltavam sobre uma nuvem de cordas. Pouco depois, ao ouvir Baden acompanhando Tom Jobim num pocket-show, Vinicius marcou um encontro com o músico no terraço de um hotel em Copacabana, onde tocaram juntos pela primeira vez. E logo viraram parceiros.
    O disco de 1990 teve direção musical e arranjos do próprio Baden, que foi acompanhado por Ernesto Gonçalves (baixo), Paulo Guimães (flauta), Sutinho (bateria, tamborim e agogô), Alfredo Bessax (atabaque, ganzá, cuíca, tamborim e berimbau), Flávio Neves (surdo, atabaque, afoxé e ganzá), Valdeci (pandeiro e tamborim) e o Quarteto em Cy em participação especial em oito faixas (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 10).
    Quando Os Afro-Sambas – Baden Powell foi gravado, Baden já morava há anos na Europa mas, pouco depois, renegou o trabalho por ter se convertido a um culto evangélico. Passou a repudiar as referências ao candomblé contidas nas letras.

  • NOIZE Record Club apresenta: Baden Powell e Vinicius de Moraes | Os Afro-Sambas

    1:05



    NRC#006 | Os Afro-Sambas (1966)
    VINICIUS DE MORAES E BADEN POWELL - 180G / PRETO FOSCO / 2016

    Tivemos a grande honra de lançar a reedição de um dos discos mais importantes da música brasileira. Os Afro-Sambas, de Baden Powell e Vinicius de Moraes, reencarnou em vinil comemorando os 50 anos do seu lançamento original. O álbum é considerado a obra-prima do encontro de Baden Powell e Vinicius de Moraes e seu repertório se destaca como a síntese da união do samba carioca pós-Bossa Nova com a raiz musical dos terreiros de candomblé da Bahia. Os mistérios do amor e dos orixás são a linha condutora do disco que já abre com “Canto de Ossanha”, um verdadeiro hino da MPB. Arranjado pelo maestro Guerra Peixe e com coro do Quarteto em Cy, o álbum passeia entre o experimentalismo, a euforia e a erudição em faixas como “Tempo de Amor”, “Canto de Xangô” e “Bocoché”. (EDIÇÃO ESGOTADA)

    Edição: Mateus Roese e Denis Carrion
    Arte: Jaciel Kaule

    Realização: Noize Comunicação

  • Os Chezsny - Sente www.ditoxproducoes.com

    3:06

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