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Playlist of Moacir Santos

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  • Moacir Santos - Ouro Negro 2001

    1:55:21

    Ouro Negro é um projeto em homenagem ao maestro Moacir Santos em que Mario Adnet e Zé Nogueira assinam a produção e os arranjos. Além do cd duplo, foram realizados shows no SESC Pinheiros que deram origem ao DVD, lançado em 2005. A banda Ouro Negro é formada por Andrea Ernest Dias (flautim, flauta), Armando Marçal (percussão), Gilberto Oliveira (trombone baixo), Jessé Sadoc do Nascimento Filho (trompete, flugelhorn), Jorge Helder (contrabaixo), Jurim Moreira (bateria), Marcelo Mangabeira (saxofone tenor), Nailor Proveta (saxofone alto), Philip Doyle (trompa), Ricardo Silveira (guitarra), Teco Cardoso (saxofone barítono, flauta), Vittor Santos (trombone), Cristóvão Bastos (piano), Marcos Nimrichter (órgão), Mário Adnet (violão), Hugo Pilger (violoncelos), Dimerval Silva (baixo elétrico) e Marcelo Costa (berimbau). Participam: Milton Nascimento, Djavan, Ed Motta, Gilberto Gil, João Bosco, João Donato, Joyce Moreno, Muíza Adnet e Sheila Smith. Moacir participa nas faixas Sou eu, Kathy, Coisa nº 7, Lamento Astral e Bodas de prata dourada.

    Faixas do disco 1:

    0:00 - 01. Coisa nº 5 (nanã) (Moacir Santos)
    2:54 - 02. Suk-cha (Moacir Santos)
    7:06 - 03. Coisa nº 6 (Moacir Santos)
    11:09 - 04. Coisa nº 8 (navegação) (Regina Werneck / Moacir Santos / Nei Lopes) part. voz. Milton Nascimento
    15:23 - 05. Amphibious (Moacir Santos)
    18:40 - 06. Mãe Iracema (Moacir Santos)
    23:41 - 07. Coisa nº 1 (Clóvis Mello / Moacir Santos)
    27:33 - 08. Sou eu (Luanne) (Moacir Santos / Nei Lopes) part. voz. Djavan
    30:34 - 09. Bluishmen (Moacir Santos)
    34:55 - 10. Kathy (Moacir Santos)
    38:27 - 11. Kamba (Moacir Santos)
    43:27 - 12. Coisa nº 9 (Regina Werneck / Moacir Santos)
    46:57 - 13. Orfeu (Quiet carnival) (Moacir Santos / Nei Lopes) part. voz. Ed Motta
    52:46 - 14. Amalgamation (Moacir Santos)

    Faixas do disco 2:

    59:13 - 15. Coisa nº 7 (Evocative) (Mário Telles / Moacir Santos)
    1:03:34 - 16. Coisa nº 2 (Moacir Santos)
    1:08:49 - 17. Lamento astral (Astral whine) (Moacir Santos)
    1:12:59 - 18. Maracatu, nação do amor (April child) (Moacir Santos / Nei Lopes) part. voz. Gilberto Gil
    1:17:05 - 19. Coisa nº 4 (Moacir Santos)
    1:21:13 - 20. Coisa nº 10 (Moacir Santos)
    1:24:16 - 21. Jequié (Moacir Santos / Aldir Blanc )
    1:27:34 - 22. Oduduá (What´s my name) (Moacir Santos / Nei Lopes) part. voz. João Bosco
    1:30:47 - 23. Coisa nº 3 (Moacir Santos)
    1:33:49 - 24. Anon (Moacir Santos)
    1:37:49 - 25. Quermesse (Moacir Santos)
    1:41:08 - 26. De repente, estou feliz (Happly happy) (Moacir Santos) part. voz/piano: João Donato; part. voz. Joyce Moreno
    1:44:14 - 27. Maracatucutê (Moacir Santos)
    1:50:29 - 28. Bodas de prata dourada (Moacir Santos) part. voz. Muíza Adnet e Sheila Smith

  • Moacir Santos - Carnival of the Spirits 1975

    31:49

    Quarto álbum do maestro Moacir Santos (voz, saxofone barítono, alto) e o terceiro gravado nos EUA, lançado pelo cultuado selo Blue Note e pela EMI no Japão. Em 2012, ganhou versão em CD. Participam: David Duke (trompa), Dean Parks (guitarra), Dennis Budimir (guitarra), Don Menza (flauta alto, saxofone tenor), Ernie Watts (flauta baixo), George Bohanon (trombone), Jerome Richardson (flauta Alto, saxofone soprano), Larry Nash (piano fender rhodes), Louis Alves (percussão), Mike Price (trompete), Paulinho da Costa (percussão), Ray Pizzi (clarinete, clarone), Robertinho Silva (percussão), Chuck Domanico (contrabaixo), Clare Fischer (piano), Harvey Mason (bateria), Ray Pizzi (saxofone soprano), Oscar Brashear (trompete) e J. J. Johnson (trombone). Arranjos de Moacir Santos e Dale Oehler (que também assina a produção).

    Faixas:

    0:00 - 01. Quiet Carnival (Mike Campbell / Moacir Santos) part. voz. Lynda Lawrence
    5:45 - 02. Jequié (Aldir Blanc / Moacir Santos)
    8:35 - 03. Kamba (Moacir Santos)
    13:02 - 04. Sampaguita (Graham Dee / Jack Keller / Lora Kaye) part. voz. Lynda Lawrence
    16:08 - 05. Coisa nº 2 (Moacir Santos)
    20:42 - 06. Tomorrow Is Mine (Mike Campbell / Moacir Santos) part. voz. Lynda Lawrence
    24:09 - 07. Route (Moacir Santos)
    27:38 - 08. Anon (Moacir Santos)

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  • Moacir Santos - Ouro Negro | Álbum duplo completo

    1:55:21

    Álbum 'Moacir Santos - Ouro Negro' (diversos interpretes/part. especiais) | Selo MP, B (CD duplo 2001)

    Arranjos (originais): Moacir Santos

    Produção e direção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira

    Andréa Ernest Dias - flauta, flauta G e flautim
    Armando Marçal - percussão, palmas
    Bororó - guitarra elétrica e acústica
    Cristovão Bastos - piano (faixas: 2, 3, 4, 5, 8, 9, 14, 15, 17, 18, 20, 22, 23, 24, 28)
    Duda Mello - palmas
    Gilberto Oliveira - trombone-baixo
    Hugo Pilger - violoncelo
    Jessé Sadoc do Nascimento Filho - trompete, flugelhorn
    Jorge Helder - contrabaixo
    Jota Moraes - vibrafone
    Juliano Barbosa - fagote
    Jurim Moreira - bateria
    Marcelo Martins - sax-tenor
    Marcelo Costa - berimbau
    Marcos Nimrichter - piano, teclados, órgão
    Mario Adnet - violão, palmas
    Nailor Proveta - clarinete, sax-alto
    Paulo Sérgio Santos - clarinete
    Phillip Doyle - flugelhorn, trompa
    Ricardo Silveira - guitarra
    Teco Cardoso - sax-barítono, flauta, flauta G
    Vittor Santos - trombone
    Zé Nogueira - sax-soprano
    Zeca Assumpção - baixo acústico

    Participação especial (vocais): Djavan, Ed Motta, Gilberto Gil, João Bosco, Moacir Santos, Milton Nascimento, Joyce Moreno, Sheila Smith, Muiza Adnet, e João Donato (voz e piano)

    Produção executiva: Mariza Adnet
    Direção de arte: Ricardo Leite e Rafael Ayres

    Faixas do disco 1:

    0:00 - 1. Coisa nº 5 - Nanã (Moacir Santos e Mário Telles)
    2:54 - 2. Suk-cha (Moacir Santos)
    7:06 - 3. Coisa nº 6 (Moacir Santos)
    11:09 - 4. Coisa nº 8 - Navegação {Make mine blue}. (Regina Werneck e Moacir Santos) | Part. Milton Nascimento (voz)
    15:23 - 5. Amphibious (Moacir Santos)
    18:40 - 6. Mãe Iracema (Moacir Santos)
    23:41 - 7. Coisa nº 1 (Clóvis Mello e Moacir Santos)
    27:33 - 8. Sou eu {Luanne}. (Moacir Santos, J. Livingstone, R. Evans e Nei Lopes) | Part. Djavan (voz) e Moacir Santos (voz)
    30:34 - 9. Bluishmen (Moacir Santos)
    34:55 - 10. Kathy (Moacir Santos)
    38:27 - 11. Kamba (Moacir Santos)
    43:27 - 12. Coisa nº 9 (Regina Werneck e Moacir Santos)
    46:57 - 13. Orfeu {Quiet carnival}. (Moacir Santos e Nei Lopes) | Part. Ed Motta (voz)
    52:46 - 14. Amalgamation (Moacir Santos)

    Faixas do disco 2:

    59:13 - 15. Coisa nº 7 {Evocative}. (Mário Telles e Moacir Santos) | Part. Moacir Santos (voz)
    1:03:34 - 16. Coisa nº 2 (Moacir Santos)
    1:08:49 - 17. Lamento astral {Astral whine}. (Moacir Santos) | Part. Moacir Santos (voz)
    1:12:59 - 18. Maracatu, nação do amor {April child}. (Moacir Santos e Nei Lopes) | Part. Gilberto Gil (voz)
    1:17:05 - 19. Coisa nº 4 (Moacir Santos)
    1:21:13 - 20. Coisa nº 10 (Moacir Santos)
    1:24:16 - 21. Jequié (Moacir Santos e Aldir Blanc)
    1:27:34 - 22. Oduduá {What´s my name}. (Moacir Santos, J. Livingstone, R. Evans e Nei Lopes) | Part. João Bosco (voz)
    1:30:47 - 23. Coisa nº 3 (Moacir Santos)
    1:33:49 - 24. Anon (Moacir Santos)
    1:37:49 - 25. Quermesse (Moacir Santos)
    1:41:08 - 26. De repente, estou feliz {Happly happy}. (Moacir Santos) | Part. João Donato (voz e piano) /e Joyce Moreno (voz)
    1:44:14 - 27. Maracatucutê (Moacir Santos)
    1:50:29 - 28. Bodas de prata dourada (Moacir Santos) | Part. Muíza Adnet (voz prelúdio), Sheila Smith (voz) e Moacir Santos (voz).

    Selo: MP, B
    Ano: 2001
    Formato: CD
    ===========
    MOACIR SANTOS é um dos responsáveis pela renovação e atualização da música popular brasileira como hoje conhecemos. Compositor, maestro e arranjador, passou grande parte de sua vida em Los Angeles compondo trilhas para o cinema americano e ministrando aulas de música. Foi professor de nomes como Baden Powell, João Donato, Nara Leão, Roberto Menescal e Sérgio Mendes. Amplamente conhecido pelo seu virtuosismo, Moacir Santos faleceu em Agosto de 2006, logo após completar 80 anos de idade. Disponível em CD duplo “Ouro Negro” é uma imersão no universo de Moacir Santos.
    #CristovãoBastosPiano | #ZéNogueiraMarioAdnet

  • Moacir Santos — Nanã

    5:34

    Moacir Santos — The Maestro — 1972

    Nanã -
    Arranged By – Reggie Andrews
    Flute – Don Menza
    Vocals – Moacir Santos, Sheila Wilkinson
    Written-By – M. Santos, M. Telles, Y. Kotti


    Blue Note ‎– BN-LA007-F
    Engineered At – A&M Studios
    Mixed At – A&R Studios
    Mastered At – Mediasound
    Manufactured By – United Artists Records, Inc.
    Phonographic Copyright (p) – United Artists Records, Inc.
    Copyright (c) – United Artists Records, Inc.

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  • Moacir Santos - Coisa Nº 1

    2:44

    Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1923. Desde cedo envolveu-se com música, mas enfrentou dificuldades diversas tendo viajado praticamente sozinho por todo o sertão. Em 45 foi para a paraíba onde tocou na banda da Polícia Militar e na Jazz Band da Rádio Tabajara. Três anos depois ele estava no Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e como músico da noite. Nessa época estudou teoria musical com o maestro Guerra Peixe e com o pesquisador alemão Hans Joachim Koellreuter. Entre 54 e 56 trabalhou em São Paulo como maestro e arranjador da orquestra da TV Record. De volta ao Rio, retomou suas atividades na Rádio Nacional e tornou-se maestro da gravadora Copacabana Discos.

    Em 65, Moacir gravou seu primeiro disco autoral intitulado Coisas pela gravadora Forma de Roberto Quartin. Gravadora pequena que se propunha a lançar discos experimentais, a Forma durou três anos e lançou apenas dezoito discos, sendo Coisas o mais importante entre eles. São dez temas instrumentais que misturam samba, maracatu, ritmos africanos, jazz, xaxado, baião, música caribenha... Mistura é a palavra que define a proposta desse disco. Os arranjos se sucedem numa ambientação sonora plácida e, ao mesmo tempo inquietante. Nas palavras de Ruy Castro, o ouvinte se depara com tambores africanos filtrados pelo Beco das Garrafas, em Copacabana. Apesar da sua importância, Coisas permaneceu muitos anos fora de catálogo.

    Algumas músicas ganharam letras e se tornaram famosas independente do disco, como Coisa n. 5 que foi regravada por inúmeros cantores do Brasil e do exterior com o título de Nanã. Ou Coisa número 6, que recebeu letra de Vandré e se tornou Dia de Festa.

    Em 67 Moacir se mudou para os Estados Unidos onde permaneceu por praticamente 40 anos trabalhando em trilhas de cinema e acompanhando nomes importantes do jazz, como Horace Silver. Gravou outros discos autorais, mas seu grande legado ainda é o disco Coisas, um marco da música instrumental brasileira. Falecido em 2006, Moacir Santos viveu o suficiente para ver seu trabalho reconhecido no Brasil.
    Do Blog DISCOS, ETC

  • Moacir Santos: Vaidoso

    2:58

    Vaidoso
    (Moacir Santos)

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo acústico: Jorge Helder
    Piano: Cristóvão Bastos
    Guitarra: Ricardo Silveira
    Percussão: Armando Marçal
    Sax tenor: Marcelo Martins
    Trombone: Vittor Santos
    Arranjo: Mario Adnet e Zé Nogueira



    Música extraída do CD Choros e Alegria
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Ouro Negro - Moacir Santos: Coisa Nº 5

    4:20

    Música extraída do DVD Ouro Negro - 2005.
    Uma produção de Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos - LP Opus 3 No.1 - Album Completo/Full Album

    34:53

    Ano/Year:1968/1979
    Selo/Label:Discovery Records
    Faixas/Tracks:
    01 – Adriana (Opus 3 Nº 1) com/with Deborah Tompkins (Moacir Santos) -00:00
    02 – Evocative (Moacir Santos)-03:44
    03 – What If (Moacir Santos / Y. Cotti)-07:10
    04 – A Riddle (C. Berg)-09:41
    05 – Make Mine Blue (Moacir Santos / Y. Cotti)-13:24
    06 – The Wind Is Rising (Moacir Santos / Y. Cotti)-17:21
    07 – Love Is a Happening Thing (Moacir Santos / Y. Cotti)-19:57
    08 – Off And On (Moacir Santos / Y. Cotti)-23:07
    09 – Pinnacle (M. Benson)-25:54
    10 – Coisa Nº 6 (Moacir Santos)-31:25

    Músicos/Musicians:
    Em/In Adriana, A Riddle, Pinnacle:
    Moacir Santos:Sax baritono/Baritone Sax
    Tom Garvin:Piano
    John Heard:Baixo/Bass
    John Perett:Bateria/Drums
    Jean Hugo:Violino/Violin
    Don Willians:Percussão/Percussion
    Louis Taylor: Sax Soprano & Tenor
    Bill Reichenbach:Trombone

    Em/In:The Wind Is Rising, Make Mine Blue,Off And On, Evocative, What If, Coisa Nº 6, Love Is a Happening Thing
    Moacir Santos:Sax baritono/Baritone Sax, vocal
    Bill Hood: metais/woodwinds
    Abraham Lewak:Piano
    Bob Saraiva:Baixo/Bass
    Jerry Redmond:Bateria/Drums
    João Donato: Percussão/Percussion
    Alicia Rodriguez:Vocal

  • Moacir Santos e Banda Savana - Maracatucute

    6:32

    Moacir Santos e Banda Savana - Maracatucute

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  • Moacir Santos: Lemurianos

    6:13

    Lemurianos
    (Moacir Santos)

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo acústico: Jorge Helder
    Piano: Cristóvão Bastos
    Violão: Mario Adnet
    Guitarra: Ricardo Silveira
    Percussão: Armando Marçal
    Sax tenor: Marcelo Martins
    Sax soprano: Zé Nogueira
    Sax alto: Nailor Proveta
    Sax barítono: Marcelo Cardoso
    Flauta: Andrea Ernest Dias
    Trombone: Vittor Santos
    Trombone baixo: Antonio Henrique Bocão
    Trompete: Vander Nascimento
    Trompa: Philip Doyle
    Re-orquestração: Mario Adnet, a partir do arranjo original de Moacir Santos e Curt Berg



    Música extraída do CD Choros e Alegria.
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos - April Child

    4:17

    Moacir Santos - April Child

  • Amaro Freitas | Coisa nº 4 | Instrumental Sesc Brasil

    12:34

    O Amaro Freitas Trio consolida em 1h10m de espetáculo a sua proposta artística de cruzar elementos da cultura popular afro- brasileira com o jazz em uma única espiral sonora. O show é um fluxo musical sem fronteiras que conecta com naturalidade o folclore do nordeste brasileiro à vanguarda de nomes como Vijay Iyer, Craig Taborn, Thelonious Monk e dos seus conterrâneos Moacir Santos e Hermeto Pascoal.

    Formação:
    Amaro Freitas - piano
    Jean Elton - contrabaixo acústico
    Hugo Medeiros - bateria

    Gênero:
    Jazz

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    Show que ocorreu no Teatro Anchieta do Sesc Consolação dia 15/07/2019
    • site oficial:
    • Assista aos shows ao vivo em nosso canal do Youtube:

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  • Moacir Santos: Samba Di Amante

    4:18

    Samba Di Amante
    (Moacir Santos)

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo acústico: Jorge Helder
    Piano fender: Marcos Nimrichter
    Guitarra: Ricardo Silveira
    Violão: Mario Adnet
    Percussão: Armando Marçal
    Sax soprano: Zé Nogueira
    Sax alto: Nailor Proveta
    Sax tenor: Marcelo Martins
    Sax barítono: Teco Cardoso
    Trompete: Vander Nascimento
    Trompa: Philip Doyle
    Trombone: Vittor Santos
    Trombone baixo: Antonio Henrique Bocão
    Voz: Moacir Santos
    Transcrição e orquestração: Mario Adnet


    Música extraída do CD Choros e Alegria
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos - Nanã

    5:37

    Do álbum: Maestro (1972)

  • Moacir Santos - Coisa Nº 4

    4:04

    Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1923. Desde cedo envolveu-se com música, mas enfrentou dificuldades diversas tendo viajado praticamente sozinho por todo o sertão. Em 45 foi para a paraíba onde tocou na banda da Polícia Militar e na Jazz Band da Rádio Tabajara. Três anos depois ele estava no Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e como músico da noite. Nessa época estudou teoria musical com o maestro Guerra Peixe e com o pesquisador alemão Hans Joachim Koellreuter. Entre 54 e 56 trabalhou em São Paulo como maestro e arranjador da orquestra da TV Record. De volta ao Rio, retomou suas atividades na Rádio Nacional e tornou-se maestro da gravadora Copacabana Discos.

    Em 65, Moacir gravou seu primeiro disco autoral intitulado Coisas pela gravadora Forma de Roberto Quartin. Gravadora pequena que se propunha a lançar discos experimentais, a Forma durou três anos e lançou apenas dezoito discos, sendo Coisas o mais importante entre eles. São dez temas instrumentais que misturam samba, maracatu, ritmos africanos, jazz, xaxado, baião, música caribenha... Mistura é a palavra que define a proposta desse disco. Os arranjos se sucedem numa ambientação sonora plácida e, ao mesmo tempo inquietante. Nas palavras de Ruy Castro, o ouvinte se depara com tambores africanos filtrados pelo Beco das Garrafas, em Copacabana. Apesar da sua importância, Coisas permaneceu muitos anos fora de catálogo.

    Algumas músicas ganharam letras e se tornaram famosas independente do disco, como Coisa n. 5 que foi regravada por inúmeros cantores do Brasil e do exterior com o título de Nanã. Ou Coisa número 6, que recebeu letra de Vandré e se tornou Dia de Festa.

    Em 67 Moacir se mudou para os Estados Unidos onde permaneceu por praticamente 40 anos trabalhando em trilhas de cinema e acompanhando nomes importantes do jazz, como Horace Silver. Gravou outros discos autorais, mas seu grande legado ainda é o disco Coisas, um marco da música instrumental brasileira. Falecido em 2006, Moacir Santos viveu o suficiente para ver seu trabalho reconhecido no Brasil.
    Do Blog DISCOS, ETC

  • Moacir Santos: Flores

    3:31

    Flores
    (Moacir Santos)

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo acústico: Jorge Helder
    Piano: Cristóvão Bastos
    Guitarra: Ricardo Silveira
    Percussão: Armando Marçal e Elias Ferreira
    Clarineta: Nailor Proveta
    Flauta e Flautim: Andrea Ernest Dias
    Violão de 7 cordas: Marcello Gonçalves
    Arranjo: Mario Adnet e Zé Nogueira



    Música extraída do CD Choros e Alegria.
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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    Música extraída do CD Choros e Alegria
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos: Cleonix

    3:39

    Cleonix
    (Moacir Santos)

    Dedicada à esposa Cleonice Santos

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo Acústico: Jorge Helder
    Piano: Marcos Nimrichter
    Guitarra: Ricardo Silveira
    Violão: Mario Adnet
    Percussão: Elias Ferreira
    Sax soprano: Zé Nogueira
    Trompete: Vander Nascimento
    Arranjo: Zé Nogueira e Mario Adnet


    Música extraída do CD Choros e Alegria.
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos - Coisa Nº 2

    4:57

    Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1923. Desde cedo envolveu-se com música, mas enfrentou dificuldades diversas tendo viajado praticamente sozinho por todo o sertão. Em 45 foi para a paraíba onde tocou na banda da Polícia Militar e na Jazz Band da Rádio Tabajara. Três anos depois ele estava no Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e como músico da noite. Nessa época estudou teoria musical com o maestro Guerra Peixe e com o pesquisador alemão Hans Joachim Koellreuter. Entre 54 e 56 trabalhou em São Paulo como maestro e arranjador da orquestra da TV Record. De volta ao Rio, retomou suas atividades na Rádio Nacional e tornou-se maestro da gravadora Copacabana Discos.

    Em 65, Moacir gravou seu primeiro disco autoral intitulado Coisas pela gravadora Forma de Roberto Quartin. Gravadora pequena que se propunha a lançar discos experimentais, a Forma durou três anos e lançou apenas dezoito discos, sendo Coisas o mais importante entre eles. São dez temas instrumentais que misturam samba, maracatu, ritmos africanos, jazz, xaxado, baião, música caribenha... Mistura é a palavra que define a proposta desse disco. Os arranjos se sucedem numa ambientação sonora plácida e, ao mesmo tempo inquietante. Nas palavras de Ruy Castro, o ouvinte se depara com tambores africanos filtrados pelo Beco das Garrafas, em Copacabana. Apesar da sua importância, Coisas permaneceu muitos anos fora de catálogo.

    Algumas músicas ganharam letras e se tornaram famosas independente do disco, como Coisa n. 5 que foi regravada por inúmeros cantores do Brasil e do exterior com o título de Nanã. Ou Coisa número 6, que recebeu letra de Vandré e se tornou Dia de Festa.

    Em 67 Moacir se mudou para os Estados Unidos onde permaneceu por praticamente 40 anos trabalhando em trilhas de cinema e acompanhando nomes importantes do jazz, como Horace Silver. Gravou outros discos autorais, mas seu grande legado ainda é o disco Coisas, um marco da música instrumental brasileira. Falecido em 2006, Moacir Santos viveu o suficiente para ver seu trabalho reconhecido no Brasil.
    Do Blog DISCOS, ETC

  • Wilson das Neves | Coisa Número 10 | Instrumental Sesc Brasil

    7:09

    “O Som quente é das Neves” traz o calor e talento do baterista, percussionista e cantor que lançou em 1976, o antológico LP que dá nome ao show. O músico nos brinda com uma fusão de ritmos brasileiros, todos mais ou menos sambeados e com o intenso uso de percussão e arranjos que refletem na concepção musical de Wilson Das Neves. Soul music, jazz, ritmos cubanos e candomblé refletem no talento de todos os músicos e arranjadores participantes, um time de responsa, que gravavam os sucessos da época na década de 1970.

    Formação:
    Wilson Das Neves - Bateria
    Armando Marçal - Percussão
    André Tandeta - Percussão
    Diogo Gomes - Trompete
    Itamar Assieri - Piano
    Jessé Sadoc - Trompete
    Zé Trambique - Percussão
    Zé Carlos Santos - Guitarra
    Zé Carlos “Bigorna” - Saxofone/flauta
    Zero Telles - Percussão
    Rômulo Gomes - Contrabaixo
    Marcelo Martins - Saxofone
    Serginho do Trombone - Trombone

    Show que ocorreu no Teatro Anchieta do Sesc Consolação dia 17/02/2014
    • site oficial: //instrumentalsescbrasil.org.br
    • assista aos shows ao vivo pelo

    Inscreva-se no canal e fique por dentro de toda a programação que acontece nas unidades do Sesc no estado de São Paulo.
    Basta ter uma conta gratuita no Google.

  • Ouro Negro - Moacir Santos: Oduduá Part. especial: João Bosco

    5:48

    Música extraída do DVD Ouro Negro - 2005.
    Uma produção de Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Maracatu nacao do amor - Moacir Santos

    4:07

    Maracatu nacao do amor, April child.

  • Moacir Santos - Coisa Nº 7

    2:28

    Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1923. Desde cedo envolveu-se com música, mas enfrentou dificuldades diversas tendo viajado praticamente sozinho por todo o sertão. Em 45 foi para a paraíba onde tocou na banda da Polícia Militar e na Jazz Band da Rádio Tabajara. Três anos depois ele estava no Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e como músico da noite. Nessa época estudou teoria musical com o maestro Guerra Peixe e com o pesquisador alemão Hans Joachim Koellreuter. Entre 54 e 56 trabalhou em São Paulo como maestro e arranjador da orquestra da TV Record. De volta ao Rio, retomou suas atividades na Rádio Nacional e tornou-se maestro da gravadora Copacabana Discos.

    Em 65, Moacir gravou seu primeiro disco autoral intitulado Coisas pela gravadora Forma de Roberto Quartin. Gravadora pequena que se propunha a lançar discos experimentais, a Forma durou três anos e lançou apenas dezoito discos, sendo Coisas o mais importante entre eles. São dez temas instrumentais que misturam samba, maracatu, ritmos africanos, jazz, xaxado, baião, música caribenha... Mistura é a palavra que define a proposta desse disco. Os arranjos se sucedem numa ambientação sonora plácida e, ao mesmo tempo inquietante. Nas palavras de Ruy Castro, o ouvinte se depara com tambores africanos filtrados pelo Beco das Garrafas, em Copacabana. Apesar da sua importância, Coisas permaneceu muitos anos fora de catálogo.

    Algumas músicas ganharam letras e se tornaram famosas independente do disco, como Coisa n. 5 que foi regravada por inúmeros cantores do Brasil e do exterior com o título de Nanã. Ou Coisa número 6, que recebeu letra de Vandré e se tornou Dia de Festa.

    Em 67 Moacir se mudou para os Estados Unidos onde permaneceu por praticamente 40 anos trabalhando em trilhas de cinema e acompanhando nomes importantes do jazz, como Horace Silver. Gravou outros discos autorais, mas seu grande legado ainda é o disco Coisas, um marco da música instrumental brasileira. Falecido em 2006, Moacir Santos viveu o suficiente para ver seu trabalho reconhecido no Brasil.
    Do Blog DISCOS, ETC

  • Wynton Marsalis com Zé Nogueira - Amphibious

    5:55

    My Brazilian Heart – The Music of Moacir Santos
    Jazz in Marciac 2005 Marciac, France
    Wynton Marsalis (trumpet)
    Lionel Segui (trombone)
    Olivier Temime (tenor sax)
    Emile Parisien (alto sax)
    Ze Nogueira (soprano sax)
    Frédéric Couderc (baritone sax)
    Hervé Meschinet (flute)
    Marcos Nimrichter (piano)
    François Bonhomme (horn)
    Carlos Henriquez (bass)
    Mario Adnet (guitar)
    Herlin Riley (drums)
    Cyro Baptista (percussion)

  • Ouro Negro - Moacir Santos: Sou Eu Part. especial: Djavan

    4:58

    Música extraída do DVD Ouro Negro - 2005.
    Uma produção de Mario Adnet e Zé Nogueira.


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  • Moacir Santos Mini Documentário

    7:15

    Moacir Santos Mini Documentário

  • MOACIR SANTOS - Sou Eu

    3:01

    Música de Moacir Santos e Nei Lopes, álbum The Maestro (1972), sêlo Blue Note

    Trombone de Frank Rosolino

    Versão inglesa: Jay Livingston e Ray Evans

    +info: Discos do Brasil (

  • Moacir Santos: Agora eu sei

    4:57

    Agora eu sei
    (Moacir Santos)

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo acústico: Jorge Helder
    Piano fender: Marcos Nimrichter
    Guitarra: Ricardo Silveira
    Percussão: Armando Marçal
    Flauta: Andrea Ernest Dias
    Sax soprano: Zé Nogueira
    Sax alto e clarineta: Nailor Proveta
    Sax tenor: Marcelo Martins
    Sax barítono: Teco Cardoso
    Trompete: Vander Nascimento
    Trombone: Vittor Santos
    Trombone baixo: Antonio Henrique Bocão
    Trompa: Philip Doyle
    Voz: Moacir Santos e Muiza Adnet
    Vibrafone: Jota Moraes
    Re-orquestração: Mario Adnet, a partir do arranjo original de Moacir Santos e Curt Berg


    Música extraída do CD Choros e Alegria
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos: Rota infinito

    4:39

    Rota Infinito
    (Moacir Santos)

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo Acústico: Jorge Helder
    Piano: Cristóvão Bastos
    Piano fender: Marcos Nimrichter
    Guitarra: Ricardo Silveira
    Percussão: Armando Marçal
    Flauta: Andrea Ernest Dias
    Sax soprano: Zé Nogueira
    Sax alto: Nailor Proveta
    Sax tenor: Marcelo Martins
    Sax barítono: Teco Cardoso
    Trompete solo: Wynton Marsalis
    Trompete: Jessé Sadoc
    Trompa: Philip Doyle
    Trombone: Vittor Santos
    Trombone baixo: Antonio Henrique Bocão
    Arranjo: Mario Adnet



    Música extraída do CD Choros e Alegria
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos - Coisa Nº 9

    3:11

    Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1923. Desde cedo envolveu-se com música, mas enfrentou dificuldades diversas tendo viajado praticamente sozinho por todo o sertão. Em 45 foi para a paraíba onde tocou na banda da Polícia Militar e na Jazz Band da Rádio Tabajara. Três anos depois ele estava no Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e como músico da noite. Nessa época estudou teoria musical com o maestro Guerra Peixe e com o pesquisador alemão Hans Joachim Koellreuter. Entre 54 e 56 trabalhou em São Paulo como maestro e arranjador da orquestra da TV Record. De volta ao Rio, retomou suas atividades na Rádio Nacional e tornou-se maestro da gravadora Copacabana Discos.

    Em 65, Moacir gravou seu primeiro disco autoral intitulado Coisas pela gravadora Forma de Roberto Quartin. Gravadora pequena que se propunha a lançar discos experimentais, a Forma durou três anos e lançou apenas dezoito discos, sendo Coisas o mais importante entre eles. São dez temas instrumentais que misturam samba, maracatu, ritmos africanos, jazz, xaxado, baião, música caribenha... Mistura é a palavra que define a proposta desse disco. Os arranjos se sucedem numa ambientação sonora plácida e, ao mesmo tempo inquietante. Nas palavras de Ruy Castro, o ouvinte se depara com tambores africanos filtrados pelo Beco das Garrafas, em Copacabana. Apesar da sua importância, Coisas permaneceu muitos anos fora de catálogo.

    Algumas músicas ganharam letras e se tornaram famosas independente do disco, como Coisa n. 5 que foi regravada por inúmeros cantores do Brasil e do exterior com o título de Nanã. Ou Coisa número 6, que recebeu letra de Vandré e se tornou Dia de Festa.

    Em 67 Moacir se mudou para os Estados Unidos onde permaneceu por praticamente 40 anos trabalhando em trilhas de cinema e acompanhando nomes importantes do jazz, como Horace Silver. Gravou outros discos autorais, mas seu grande legado ainda é o disco Coisas, um marco da música instrumental brasileira. Falecido em 2006, Moacir Santos viveu o suficiente para ver seu trabalho reconhecido no Brasil.
    Do Blog DISCOS, ETC

  • Coisa No 6 - Moacir Santos

    3:25

    From the classic Coisas album. Copyright Disclaimer Under Section 107 of the Copyright Act 1976, allowance is made for fair use for purposes such as criticism, comment, news reporting, teaching, scholarship, and research. Fair use is a use permitted by copyright statute that might otherwise be infringing. Non-profit, educational or personal use tips the balance in favor of fair use

  • Muiza Adnet e Moacir Santos - Ciranda

    3:47

    Muiza Adnet Sings Moacir Santos

  • Moacir Santos: Paraíso

    4:42

    Paraíso
    (Moacir Santos)

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo acústico: Jorge Helder
    Piano: Marcos Nimrichter
    Guitarra: Ricardo Silveira
    Flauta: Andrea Ernest Dias
    Sax soprano: Zé Nogueira
    Sax alto: Nailor Proveta
    Sax tenor: Marcelo Martins
    Sax barítono: Teco Cardoso
    Trompete: Vander Nascimento
    Trombone: Vittor Santos
    Trombone baixo: Antonio Henrique Bocão
    Trompa: Philip Doyle
    Orquestração: Mario Adnet


    Música extraída do CD Choros e Alegria.
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos - Coisa Nº 3

    3:03

    Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1923. Desde cedo envolveu-se com música, mas enfrentou dificuldades diversas tendo viajado praticamente sozinho por todo o sertão. Em 45 foi para a paraíba onde tocou na banda da Polícia Militar e na Jazz Band da Rádio Tabajara. Três anos depois ele estava no Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e como músico da noite. Nessa época estudou teoria musical com o maestro Guerra Peixe e com o pesquisador alemão Hans Joachim Koellreuter. Entre 54 e 56 trabalhou em São Paulo como maestro e arranjador da orquestra da TV Record. De volta ao Rio, retomou suas atividades na Rádio Nacional e tornou-se maestro da gravadora Copacabana Discos.

    Em 65, Moacir gravou seu primeiro disco autoral intitulado Coisas pela gravadora Forma de Roberto Quartin. Gravadora pequena que se propunha a lançar discos experimentais, a Forma durou três anos e lançou apenas dezoito discos, sendo Coisas o mais importante entre eles. São dez temas instrumentais que misturam samba, maracatu, ritmos africanos, jazz, xaxado, baião, música caribenha... Mistura é a palavra que define a proposta desse disco. Os arranjos se sucedem numa ambientação sonora plácida e, ao mesmo tempo inquietante. Nas palavras de Ruy Castro, o ouvinte se depara com tambores africanos filtrados pelo Beco das Garrafas, em Copacabana. Apesar da sua importância, Coisas permaneceu muitos anos fora de catálogo.

    Algumas músicas ganharam letras e se tornaram famosas independente do disco, como Coisa n. 5 que foi regravada por inúmeros cantores do Brasil e do exterior com o título de Nanã. Ou Coisa número 6, que recebeu letra de Vandré e se tornou Dia de Festa.

    Em 67 Moacir se mudou para os Estados Unidos onde permaneceu por praticamente 40 anos trabalhando em trilhas de cinema e acompanhando nomes importantes do jazz, como Horace Silver. Gravou outros discos autorais, mas seu grande legado ainda é o disco Coisas, um marco da música instrumental brasileira. Falecido em 2006, Moacir Santos viveu o suficiente para ver seu trabalho reconhecido no Brasil.
    Do Blog DISCOS, ETC

  • Moacir Santos - 2005

    6:47

    Entrevista com o Moacir Santos e algumas imagens do show no final de 2005 da Banda Ouro Negro, última vez em que o maestro subiu no palco. No início, imagem de Moacir ouvindo a banda tocar uma de suas Coisas. Depois uma imagem dele, com a esposa, chegando ao Auditório Ibirapuera. Depois uma pequena entrevista, em que ele fala do disco Choros e Alegrias. Depois um trechinho do show em que ele canta junto com a banda.

    Moacir já havia sofrido um derrame e não conseguia mais tocar seu saxofone ou reger nesta época. Veio a falecer poucos meses depois dessa apresentação, em 2006.

  • Mario Adnet - Moacir Santos - Coisa No. 8 - Navegação.wmv

    4:15

    Do CD Duplo Moacir Santos - Ouro Negro (2001) - Coisa No. 8 - Navegação - part. especial: Milton Nascimento - Guitarra: Ricardo Silveira; Piano: Cristovão Bastos; Órgão: Marcos Nimrichter; Cellos: Hugo Pilger; Baixo acústico: Jorge Helder; Percussão: Armando Marçal; Bateria: Jurim Moreira; Sax-soprano: Zé Nogueira; Sax-barítono: Teca Cardoso; Trompete: Jessé Sadoc - Ouro Negro foi produzido por Mario Adnet e Zé Nogueira e usou as transcrições originais dos arranjos criado pelo próprio Moacir Santos em seus discos - Para se ter uma idéia da grandeza deste trabalho, Zé Nogueira e Mario Adnet tiveram que recriar as partituras do álbum Coisas porque os originais haviam se perdido quando a Forma foi vendida à PolyGram - Uma obra prima, única, sublime.

  • Giana Viscardi

    6:04

    Kathy, composição de Moacir Santos

    Giana Viscardi
    voz

    Gustavo Bugni
    arranjo e direção

    sopros
    Daniel D´Alcantara - fluguelhorn
    Cassio Ferreira - sax alto
    Josué Santos - sax tenor
    Jaziel Gomez - trombone

    banda
    Gustavo Bugni - piano
    Bruno Migotto - contrabaixo acústico
    Cleber Almeida - bateria

    preparação vocal
    Wagner Barbosa

    gravado ao vivo em julho de 2019
    por Adonias Júnior, Estúdio Arsis
    São Paulo

    fotografia
    Anna Julia Santos
    Thamires Mulatinho
    Thales Menezes

    edição
    Thales Menezes

    cabelo e maquiagem
    Camila Issa e Beth Cavanha

    figurino
    Isabel Mascaro

    direção
    Juliana Antunes e
    Anderson Freitas

  • Muiza Adnet e Moacir Santos - April Child

    4:12

    Muiza Adnet Sings Moacir Santos

  • Moacir Santos - A Saudade Mata a Gente

    6:06

    Moacir Santos - A Saudade Mata a Gente (Antonio Almeida, João de Barro)
    Saudade (Blue Note, 1974)

  • Moacir Santos - Coisa nº 6

    3:27

  • Nailor Proveta | Mãe Iracema | Instrumental SESC Brasil

    12:44

    Na criação deste quarteto, Nailor Proveta levou em conta as inúmeras experiências musicais isoladas que teve com cada um dos integrantes. Conhecendo as características dos seus colegas, NAILOR PROVETA montou essa formação de quarteto, tendo por base a excepcional qualidade de todo o grupo na criatividade das improvisações -- todos grandes solistas - para interpretar melodias com autêntica alma brasileira do gênero do choro, samba, frevo, etc.

    Pelo currículo individual desses músicos fica evidenciada a grande qualidade artística do grupo. No repertório, Proveta busca homenagear os grandes compositores do gênero que, segundo ele, contribuíram enormemente na sua formação musical. São eles: Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim, Ary Barroso, Laércio de Freitas, Mestre Duda, Moacir Santos, entre outros. Formação: Nailor Proveta (sax alto e clarinete), Carlos Roberto (piano acústico), Paulo Paulelli (baixo acústico) e Celso de Almeida (bateria).

    Formação:
    Nailor Proveta - clarinete
    Carlos Roberto - piano
    Paulo Paulelli - contrabaixo acústico
    Celso de Almeida - bateria

    Gênero:
    Instrumental

    Show que ocorreu no Teatro Anchieta do Sesc Consolação dia 05/11/2012
    • site oficial:
    • assista aos shows ao vivo pelo

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  • Moacir Santos: Outra coisa

    3:32

    Outra coisa
    (Moacir Santos)

    Bateria: Jurim Moreira
    Baixo acústico: Jorge Helder
    Percussão: Armando Marçal
    Piano: Cristóvão bastos
    Piano fender: Marcos Nimrichter
    Violão: Mario Adnet
    Flauta: Andrea Ernest Dias
    Sax soprano: Zé Nogueira
    Sax alto: Nailor Proveta
    Sax barítono e flauta: Teco Cardoso
    Trompete: Vander Nascimento
    Trombone: Vittor Santos
    Transcrição e ampliação do arranjo original de Moacir Santos: Zé Nogueira


    Música extraída do CD Choros e Alegria.
    Direção e produção musical: Mario Adnet e Zé Nogueira.

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  • Moacir Santos - Adriana

    3:42

  • Whats my name - Moacir Santos

    3:42

    Álbum Saudade - Moacir Santos

    1-Early Morning Love
    Vocals -- Donald Alves, Mike Campbell (2), Petsye Powell
    2-A Saudade Mata A Gente
    Vocals -- Carmen Saveiros, Jose Marino*, Mike Campbell (2), Petsye Powell
    3-Off And On
    Vocals -- Donald Alves, Mike Campbell (2), Petsye Powell
    4-The City Of LA
    Arranged By -- Mark Levine
    5-Suk Cha
    6-Kathy
    Vocals -- Donald Alves, Mike Campbell (2), Petsye Powell
    7-Happy-Happy
    Vocals -- Donald Alves, Jose Marino*, Mike Campbell (2), Petsye Powell, Regina Werneck
    8-Amphibious
    9-This Life
    10-What's My Name
    Vocals -- Donald Alves, Mike Campbell (2), Petsye Powell

    Créditos

    Alto Saxophone, Baritone Saxophone, Arranged By, Conductor -- Moacir Santos
    Alto Saxophone, Soprano Saxophone, Tenor Saxophone, Flute, Flute [Alto] -- Jerome Richardson
    Art Direction -- Bob Cato
    Bass -- John Heard
    Bassoon, Alto Saxophone, Tenor Saxophone, Piccolo Flute, Flute -- Ray Pizzi
    Congas, Percussion -- Carmelo Garcia, Mayuto Correa
    Design -- Ria Lewerke
    Design [Embroidery Design] -- Constance Comment
    Drums -- Harvey Mason
    Electric Guitar, Acoustic Guitar -- Lee Ritenour
    Electric Piano, Piano [Acoustic] -- Mark Levine
    Engineer -- Christina Hersch
    Engineer [Remix] -- Don Hahn
    Executive Producer -- George Butler
    French Horn -- Sidney Muldrow
    Mastered By -- Al Brown (5)
    Photography -- Sally Hanson, Sally Hanson
    Producer -- Duke Pearson
    Trombone -- Benny Powell
    Trombone [Bass] -- Morris Repass
    Trumpet, Flugelhorn -- Steve Huffsteter

  • Moacir Santos - Coisa Nº 8

    2:21

    Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1923. Desde cedo envolveu-se com música, mas enfrentou dificuldades diversas tendo viajado praticamente sozinho por todo o sertão. Em 45 foi para a paraíba onde tocou na banda da Polícia Militar e na Jazz Band da Rádio Tabajara. Três anos depois ele estava no Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e como músico da noite. Nessa época estudou teoria musical com o maestro Guerra Peixe e com o pesquisador alemão Hans Joachim Koellreuter. Entre 54 e 56 trabalhou em São Paulo como maestro e arranjador da orquestra da TV Record. De volta ao Rio, retomou suas atividades na Rádio Nacional e tornou-se maestro da gravadora Copacabana Discos.

    Em 65, Moacir gravou seu primeiro disco autoral intitulado Coisas pela gravadora Forma de Roberto Quartin. Gravadora pequena que se propunha a lançar discos experimentais, a Forma durou três anos e lançou apenas dezoito discos, sendo Coisas o mais importante entre eles. São dez temas instrumentais que misturam samba, maracatu, ritmos africanos, jazz, xaxado, baião, música caribenha... Mistura é a palavra que define a proposta desse disco. Os arranjos se sucedem numa ambientação sonora plácida e, ao mesmo tempo inquietante. Nas palavras de Ruy Castro, o ouvinte se depara com tambores africanos filtrados pelo Beco das Garrafas, em Copacabana. Apesar da sua importância, Coisas permaneceu muitos anos fora de catálogo.

    Algumas músicas ganharam letras e se tornaram famosas independente do disco, como Coisa n. 5 que foi regravada por inúmeros cantores do Brasil e do exterior com o título de Nanã. Ou Coisa número 6, que recebeu letra de Vandré e se tornou Dia de Festa.

    Em 67 Moacir se mudou para os Estados Unidos onde permaneceu por praticamente 40 anos trabalhando em trilhas de cinema e acompanhando nomes importantes do jazz, como Horace Silver. Gravou outros discos autorais, mas seu grande legado ainda é o disco Coisas, um marco da música instrumental brasileira. Falecido em 2006, Moacir Santos viveu o suficiente para ver seu trabalho reconhecido no Brasil.
    Do Blog DISCOS, ETC

  • Moacir Santos - Coisa Nº 5

    2:48

    Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1923. Desde cedo envolveu-se com música, mas enfrentou dificuldades diversas tendo viajado praticamente sozinho por todo o sertão. Em 45 foi para a paraíba onde tocou na banda da Polícia Militar e na Jazz Band da Rádio Tabajara. Três anos depois ele estava no Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Nacional e como músico da noite. Nessa época estudou teoria musical com o maestro Guerra Peixe e com o pesquisador alemão Hans Joachim Koellreuter. Entre 54 e 56 trabalhou em São Paulo como maestro e arranjador da orquestra da TV Record. De volta ao Rio, retomou suas atividades na Rádio Nacional e tornou-se maestro da gravadora Copacabana Discos.

    Em 65, Moacir gravou seu primeiro disco autoral intitulado Coisas pela gravadora Forma de Roberto Quartin. Gravadora pequena que se propunha a lançar discos experimentais, a Forma durou três anos e lançou apenas dezoito discos, sendo Coisas o mais importante entre eles. São dez temas instrumentais que misturam samba, maracatu, ritmos africanos, jazz, xaxado, baião, música caribenha... Mistura é a palavra que define a proposta desse disco. Os arranjos se sucedem numa ambientação sonora plácida e, ao mesmo tempo inquietante. Nas palavras de Ruy Castro, o ouvinte se depara com tambores africanos filtrados pelo Beco das Garrafas, em Copacabana. Apesar da sua importância, Coisas permaneceu muitos anos fora de catálogo.

    Algumas músicas ganharam letras e se tornaram famosas independente do disco, como Coisa n. 5 que foi regravada por inúmeros cantores do Brasil e do exterior com o título de Nanã. Ou Coisa número 6, que recebeu letra de Vandré e se tornou Dia de Festa.

    Em 67 Moacir se mudou para os Estados Unidos onde permaneceu por praticamente 40 anos trabalhando em trilhas de cinema e acompanhando nomes importantes do jazz, como Horace Silver. Gravou outros discos autorais, mas seu grande legado ainda é o disco Coisas, um marco da música instrumental brasileira. Falecido em 2006, Moacir Santos viveu o suficiente para ver seu trabalho reconhecido no Brasil.
    Do Blog DISCOS, ETC

  • Orquestra Jovem Tom Jobim | Kathy - Arr. Carlos C. Iafelice

    8:30

    Album: Orquestra Jovem Tom Jobim visits Moacir Santos (2018)
    Conductor: Nelson Ayres
    Guests: Ted Nash (Tenor Saxophone) and Daniel D'Alcântara (Flugelhorn).

    Recorded at Estúdio Paulinas - São Paulo - Brazil

  • Moacir Santos - Mãe Iracema

    5:02

    Moacir Santos - Ouro Negro (2001)

  • Quartabê - Lição #1: Moacir 2015

    54:39

    A Quartabê estreou no Festival Moacir Santos, em agosto de 2014, no Rio de Janeiro. O grupo é derivação direta da banda “Claras e Crocodilos”, projeto em que Arrigo Barnabé reinterpreta sua obra prima de 1980, “Clara Crocodilo”. (...) Após uma estreia animadora no Rio de Janeiro, o grupo foi contemplado pelo edital PROAC do Estado de São Paulo e grava em 2015 o disco que registra este seu primeiro trabalho 'Lição #1: Moacir', onde realiza releituras da obra de Moacir Santos.

    Faixas:

    0:00 - 1. Oduduá (Moacir Santos)
    3:21 - 2. Coisa #3 (Moacir Santos)
    6:32 - 3. Rota Infinito (Moacir Santos)
    12:39 - 4. Moacirsantosiana #10 (Maurício Carrilho)
    19:12 - 5. Suk Cha (Moacir Santos)
    25:24 - 6. Chamada (Quartabê)
    25:54 - 7. Felipe (Moacir Santos)
    29:01 - 8. Coisa #8 (Moacir Santos)
    36:26 - 9. Coisa #5 (Moacir Santos)
    42:56 - 10. Nanã Nenê (Quartabê)
    46:23 - 11. When it Rains + A Saudade Mata a Gente (Antonio Almeida / Brad Mehldau / João de Barro)
    54:19 - 12. Sendo #1, #4 (Quartabê)

    Formação:

    Joana Queiroz - sax tenor, clarinete, clarone
    Maria Beraldo Bastos - clarinete, clarone
    Mariá Portugal - bateria
    Ana Karina Sebastião - baixo elétrico
    Chicão (Rafael Montorfano) - teclas

    Gravado no estúdio COMEP por Ricardo Mosca no outono de 2015
    Assistente de gravação: Vanderlei Pena
    Teclas adicionais gravadas no Estúdio Lamparina
    Arte gráfica e fotos: Fernando Sciarra
    Produção executiva: Manoela Wright e Mateus Lima
    Mixado por Ricardo Mosca
    Masterizado no Classic Master por Carlos Freitas

  • Nailor Proveta

    6:47

    Nailor Proveta e Rabo de Gato
    Semana Sesc Choro da Casa - Ribeirão Preto- SP
    Alexandre Peres cavaco , Paulinho leme acordeon , Cristiano Pedroso Violão 7 , Roberto Amaral pandeiro

  • Moacir Santos - Ganga Zumba

    2:45

    From : O Fino Da Música No Cinema Brasileiro (1970) Brazil

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