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Playlist of Luiz Marenco

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  • Quando O Verso Vem Pras Casa - Luiz Marenco

    3:52

    A calma do tarumã, ganhou sombra mais copada
    Pela várzea espichada com o sol da tarde caindo
    Um pañuelo maragato se abriu no horizonte
    Trazendo um novo reponte, prá um fim-de-tarde bem lindo

    Daí um verso de campo se chegou da campereada
    No lombo de uma gateada frente aberta de respeito
    Desencilhou na ramada, já cansado das lonjuras
    Mas estampando a figura, campeira, bem do seu jeito

    Cevou um mate pura-folha, jujado de maçanilha
    E um ventito da coxilha trouxe coplas entre as asas
    Prá querência galponeira, onde o verso é mais caseiro
    Templado a luz de candeeiro e um quarto gordo nas brasa

    A mansidão da campanha traz saudade feito açoite
    Com olhos negros de noite que ela mesma querenciou
    E o verso que tinha sonhos prá rondar na madrugada
    Deixou a cancela encostada e a tropa se desgarrou

    E o verso sonhou ser várzea com sombra de tarumã
    Ser um galo prás manhãs, ou um gateado prá encilha
    Sonhou com os olhos da prenda vestidos de primavera
    Adormecidos na espera do sol pontear na coxilha

    Ficaram arreios suados e o silêncio de esporas
    Um cerne com cor de aurora queimando em fogo de chão
    Uma cuia e uma bomba recostada na cambona
    E uma saudade redomona pelos cantos do galpão

  • Luiz Marenco - Ao vivo CD1

    1:4:00

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  • 15º Sinuelo da Canção Nativa - Luiz Marenco

    1:1:16

  • Luiz Marenco - Pra o meu Consumo

    3:59

    Pra o meu Consumo
    4º Grande Encontro
    Araújo Vianna - Novembro de 2016
    De Gujo Teixeira​ e Luiz Marenco​

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

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  • Luiz Marenco - Pra o Meu Consumo

    3:51

    Luiz Marenco - Pra o Meu Consumo (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Pra o Meu Consumo em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

    Luiz Marenco - Pra o Meu Consumo (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

  • Luiz Marenco - Cantador de Campanha

    4:03

    Luiz Marenco - Cantador de Campanha (Ao Vivo - Show DVD Identidade)

    Luiz Marenco canta ao vivo a música Cantador de Campanha em show para gravação do DVD Identidade, no Teatro da UCS na cidade de Caxias do Sul, em 2007.


    Letra da Música:

    Meu trabalho é de peão campeiro
    conforme diz meu documento
    sigo sem afrouxar nenhum tento
    de campanha, crioulo e fronteiro

    Mas eu trago outro ofício no mundo
    que esses fundos já sabem qual é
    canto baile nos ranchos de campo
    do Retiro a Azevedo Sodré

    Bendição que eu carrego comigo
    ser um peão cantador de campanha
    com o gaiteiro eu me entendo por sanha
    pra pobreza eu até já nem ligo

    Me chamaram pra sábado agora
    cantar um baile na costa do Areal
    eu não tenho no bolso um real
    mas eu sou o cantador dessa gente de fora

    Chão batido de saibro vermelho
    meia água de quatro por cinco
    vou mirando os buracos do zinco
    e cantando ao clarão do cruzeiro

    Que faz ano a guria mais nova
    lá do rancho do seu Gomercindo
    e eu não sei qual o semblante mais lindo
    das três filhas da comadre Mosa

    A Isabel, a Canducha e a Rosa
    nem te digo qual a mais bonita
    todas três com vestido de chita
    com pregueado de fita mimosa

    O Amadeus na gaita de botão
    e o Condonga no violão canhoto
    e um zumbido igual gafanhoto
    no pandeiro do negro Bujão

    Duas moças vem do Parador
    e uma prima de São Gabriel
    pode ser que a menina Isabel
    faça uns olhos de graça pra este cantador

    Se clareia agarremo a estrada
    que a pegada é só segunda feira
    vou cantando mais duas vaneiras
    dessas de iluminar madrugada.


    Luiz Marenco - Cantador de Campanha (Ao Vivo - Show DVD Identidade)

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  • Luiz Marenco - Destinos

    3:21

    Música 'Destinos' interpretada por Luiz Marenco.

    Gravação ao vivo para produção do DVD do cantor, na cidade de Caxias do Sul/RS, em 2007.

    O destino quer que eu cante
    E ao cantar eu me concentro
    A querência eu levo dentro
    E o resto eu toco por diante

    Podem me chamar de louco
    Mas aprendi com os mais quebras
    A não galopear nas pedras,
    Nem pelear por muito pouco

    A lição número um
    Eu aprendi com meu pai
    Quem não sabe pra onde vai,
    Não vai a lugar nenhum

    Nunca refuguei bolada
    Se me tocam me apresento
    E tenho a crina esfiapada
    De galopear contra o vento

    Do meu manancial de penas
    Quase todas se extraviaram
    Umas porque se agrandaram,
    Outras por muito pequenas

    Tive um antes e um depois
    Quando me larguei a esmo
    Decerto por isso mesmo
    Os meus destinos são dois

    Destinos de um índio incréu
    Sobre um mesmo coração
    Um que me prende no chão,
    Outro me puxa pra o céu

    Porém o que me arrebata
    É o destino de xirú
    Que em vez das pilchas de prata,
    As garras de couro cru

  • Fragmento de uma Entrevista - Luiz Marenco

    7:14

    Esse é um Fragmentos de um documentário feito pelo Jornalista Chileno Cristóbal de La Cuadra Sala, que viajou por toda América do Sul, entrevistando Cantores Regionais.


    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

  • Luiz Marenco e Gabriel Selvage - O Primeiro Canto

    1:30:50

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

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  • Luiz Marenco - Especial Galpão Crioulo ll

    12:19

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

  • Luis Marenco-Meus Amores

    4:34

    Meus Amores
    Luiz Marenco

    Entre os amores que eu tenho,
    O pingo, a china e o pago
    E esta guitarra que trago
    Das origens de onde venho

    E o poncho, toldo cigano,
    Que balanceia nas ancas
    Do pingo gateado ruano
    Malacara, patas brancas...

    No rancho sobre a coxilha
    Contemplando a várzea infinda
    Tenho a xirua mais linda
    Do que flor da maçanilha

    Deixo que a lua se estenda
    E o mundo fica pequeno
    Enquanto bebo o sereno
    Nos lábios da minha prenda

    Nesta tropeada reiúna
    A cãibra do freio é o norte
    E apenas bendigo a sorte
    Que me deu tanta fortuna

    É a sina dos cruzadores
    Andar caminhos sem fim
    Sou dono dos meus amores
    Só tu és dona de mim...

  • Batendo água

    3:44

    Música tradicionalista que retrata a coragem e a força para vencer adversidades da vida...de Gujo Teixeira na voz de Luis Marenco!

  • Luiz Marenco - Especial Galpão Crioulo Vl

    13:27

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

  • Luiz Marenco - Especial Galpão Crioulo l

    8:14

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

  • Luiz Marenco - Senhor das Manhãs de Maio

    5:46

    Luiz Marenco - Senhor das Manhãs de Maio (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Senhor das Manhãs de Maio em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco com participação de Gustavo Teixeira nos vocais


    Luiz Marenco - Senhor das Manhãs de Maio (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

  • Onde Andará - Luiz Marenco

    5:15

    Ao Vivo (CD 1 - gravado em Santa Cruz do Sul) - 2002
    Onde andará a silhueta desses antigos campeiros Que desenhavam saudades
    Letra /Música: Gujo Teixeira / Joca Martins e Fabiano Bacchieri
    Ritmo: Milonga
    Também interpretada por Luiz Marenco e Jari Terres na 11ª Tafona da Canção Nativa (Osório) - 1999 e no CD Andapago - 2010.
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    Onde andará a silhueta
    Desses antigos campeiros
    Que desenhavam saudades
    Na fumaça dos palheiros
    E madrugavam setembros
    Na voz clara dos braseiros

    Onde andará a manhanita
    Dos mates de gosto bueno
    Da encilha dos gateados
    Contraponteando o sereno
    E a humildade dos ranchos
    Guardando sonhos morenos

    Onde andará o verso claro
    Ponteado numa canção
    Que se espalhava em floreios
    Pelas tardes do galpão
    E matizavam campeiros
    Ao som da gaita e violão

    Onde andará a tarde longa
    Das ressolanas campeiras
    Onde a alma desses tantos
    Cruzava além da porteira
    Pra o mundo das invernadas
    Por não saber das fronteiras

    Por onde andará o semblante
    De um avô maragato
    Que eternizou seu silêncio
    Na moldura de um retrato
    E dos seus causos antigos
    Desses campeiros de fato

    Quem sabe andam perdidas
    Na saudade dos avós
    Ou presas dentro do peito
    Querendo saltá na voz
    Mas bem certo elas se acham
    Guardadas dentro de nós

    Onde andará...
    Onde andará...
    Dentro de nós!

  • Luiz Marenco - Batendo Água

    3:51

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Batendo Água em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

    Meu poncho emponcha lonjuras batendo água
    E as águas que eu trago nele eram pra mim
    Asas de noite em meus ombros sobrando casa
    Longe das casa ombreada a barro e capim

    Faz tempo que eu não emalo meu poncho inteiro
    Nem abro as asas da noite pra um sol de abril
    Faz muitos dias que eu venho bancando o tino
    Das quatro patas do zaino, pechando o frio

    (Troca um compasso de orelha a cada pisada
    No mesmo tranco da várzea que se encharcou
    Topa nas abas sombreras, que em outros ventos
    Güentaram as chuvas de agosto que Deus mandou)

    Meu zaino garrou da noite o céu escuro
    E tudo o que a noite escuta é seu clarim
    De patas batendo n'água depois da várzea
    Freio e rosetas de esporas no mesmo trim

    Falta distância de pago e sobra cavalo
    Na mesma ronda de campo que o céu deságua
    Que tem um rumo de rancho pras quatro patas
    Bota seu mundo na estrada batendo água!

    (Porque se a estrada me cobra, pago seu preço
    E desabrigo o caminho pra o meu sustento
    Mesmo que o mundo desabe num tempo feio
    Sei o que as asas do poncho trazem por dentro)

    Show de Música Gaúcha

    Ficha técnica:

    Projeto e Realização: Usadiscos Produções Fonográficas
    Direção Geral e Artística: Theodoro Alexandre Alex Hohenberger
    Direção Musical: Luiz Marenco
    Direção Geral: Paulo Martins
    Violão Solo: Egbert Parada
    Violão Solo: Luis Clovis Girardi
    Violão Base e Vocal: Gustavo Teixeira
    Gaita Botoneira: Edilberto Bérgamo
    Contrabaixo: João Marcos Negrinho Martins

    Luiz Marenco - Batendo Água (Ao Vivo - Clipe Show DVD)

  • A MODA MARTÍN FIERRO - O Primeiro Canto | Luiz Marenco e Gabriel Selvage

    5:38

    Direção e Roteiro: Hique Barboza
    Direção de Fotografia: Douglas de Lima
    Áudio: Vitor Soares e Zé Ricardo Barboza
    Câmeras: Samuel da Luz e Pablo Pinheiro
    Edição, Pós Produção e Finalização: Douglas de Lima

    Gravado em Agosto de 2017, na Estância do Minuano em Aceguá, Rio Grande do Sul.

  • Luiz Marenco - Querência, Tempo e Ausência

    1:14:55

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  • Luiz Marenco - Meus Amores

    4:37

    Luiz Marenco - Meus Amores (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Meus Amores em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Jayme Caetano Braun
    Música: Luiz Marenco

    Luiz Marenco - Meus Amores (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

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  • Luiz Marenco - Espera

    5:31

    Luiz Marenco canta ao vivo a música Espera em show para gravação do DVD Identidade, na cidade de Caixas do Sul, em 2007.

    No altar do campo de ritual antigo
    Senta uma garça que chegou de longe
    De pala branco até parece um monge
    Na taipa velha do açude amigo

    Bombei as poças que viraram lodo
    Ondas escuras que o vaivém balança
    Lombos prateados de traíra mansa
    Onde o mormaço se debruça todo

    Troveja perto com rumor de sanga
    Vento molhado que se esvai fumaça
    Quando branqueia o horizonte passa
    Velha mania de chover em manga

    Os bichos sabem que verão espantar
    A nuvem guaxa que passou de lado
    Algum mistério de judiar do gado
    Nesse brinquedo de enganar quem planta

    E a garça espera na paisagem da alma
    A mesma chuva que se foi embora
    Um dia chove vai chegar a hora
    Que o tempo é tempo mas também tem alma

  • Luiz Marenco e Jari Terres - Andapago

    55:39

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  • Luiz Marenco cantador de campanha

    4:53

  • Luiz Marenco - 1993 - Filosofia de Andejo

    1:8:40

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  • Luiz Marenco - Um Vistaço na Tropa

    3:47

    Luiz Marenco - Um Vistaço na Tropa (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Um Vistaço na Tropa em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

    Luiz Marenco - Um Vistaço na Tropa (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

  • EXTRAVIADO - O Primeiro Canto | Luiz Marenco e Gabriel Selvage

    5:50

    Direção e Roteiro: Hique Barboza
    Direção de Fotografia: Douglas de Lima
    Áudio: Vitor Soares e Zé Ricardo Barboza
    Câmeras: Samuel da Luz e Pablo Pinheiro
    Edição, Pós Produção e Finalização: Douglas de Lima

    Gravado em Agosto de 2017, na Estância do Minuano em Aceguá, Rio Grande do Sul.

  • Luiz Marenco - Sonho em Flor

    4:32

    Luiz Marenco - Sonho em Flor (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)


    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Sonho em Flor em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

    Luiz Marenco - Sonho em Flor (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

  • De Bota e Bombacha - Luiz Marenco

    4:38

    Ao Vivo (CD 1 - gravado em Santa Cruz do Sul) - 2002
    Um sul de verdade campeia em meus olhos De bota e bombacha
    Letra e Música: Mauro Moraes
    Arranjo: Marcello Caminha
    Ritmo: Rasguido Doble
    Também interpretada por Luiz Marenco e José Claudio Machado no CD De Bota e Bombacha - 2001 e por Jean Kirchoff e Itá Cunha no CD De Bom Gosto - 2007.
    Grande vencedora da 13ª Tafona da Canção - 2001(Osório). Edilberto Bergamo(gaita), Márcio Rosado (violão), Zulmar Benites (violão), João Marcos Negrinho Martins (baixo).
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    Um sul de verdade campeia em meus olhos
    De bota e bombacha, montado a capricho
    De alma amansada curtida da lida
    Com a doma da encilha na ponta dos cascos...
    Um sul de verdade galopa comigo
    Sujeitando o pingo nas cambas do freio
    Sovando os arreios nas léguas do pago
    Reunindo o gado num pelado de rodeio

    Que tal um abraço cumpadre de mate
    Permita um aparte sem muito floreio
    Tirando os terneiros, as vacas de leite
    O resto agente rebanha pro lado

    Sentado nas dobras do pasto
    Pensativo com a hora por fazer
    Me agrada uma sombra de mato
    Um cusco atirado, e um violão pra escrever

    É o Rio Grande gauchada amiga
    De bota e bombacha, tapeando sombreio
    Dobrando os pelegos tapado de terra
    É um quebra costela de atorar ao meio
    É o sul mais campeiro que temos na vida
    É a nossa porfia de prosear no galpão

  • Luiz Marenco - Meus Amores

    3:42

    Faixa do CD De A Cavalo, de 1994.

  • Enchendo Os Olhos De Campo - Luiz Marenco

    4:46

    Enchendo Os Olhos De Campo - 2001
    Manhazita de maio e notícias do céu desabam nas casa Um angico nas brasas
    Letra /Música: Gujo Teixeira,Valério Teixeira /Luiz Marenco
    Ritmo: Chamamé
    Também interpretada por Luiz Marenco e Jari Terres na 11ª Vigília do Canto Gaúcho (Cachoeira do Sul) - 2000
    Curta a página no Facebook:

    Manhazita de maio e notícias do céu desabam nas casa
    Um angico nas brasas, consome sem pressa seu cerno de lei
    O meu cusco ovelheiro fareja o suor da xerca estendida
    Que descansa da lida e do lombo do baio, meu trono de rei

    Outro ronco de mate quebrava o murmúrio das chuvas nas telhas
    E o baeta vermelha, aberto em suas asas pingava no chão
    Imitando um sol posto, largava de pouco luz a da janela
    E empurrando a cancela um ventito minuano assobiava no oitão

    Pelo olhar da janela a vista perdia-se pelo campo vasto
    Verdejando o pasto, coxilha e canhada até a beira do rio
    Um mangueirão grande, guardando um silêncio dormido de pedras
    E uma estrada de léguas são parte da estória de alguém que partiu

    Partiram pra longe, feito tantos do campo, feito cantos dos meus
    Que por conta de Deus e a procura de mais encilharam cavalos
    E rumaram pra sempre, deixando o galpão, saudade e um mate
    Pra depois n'outro embate, pelear por sonho e talvez encontrá-lo

    Hoje abro a janela e pergunto pro tempo: por onde andarão?
    Os que aqui no galpão, cevaram amargos por conta da lida
    Que estenderam seus ponchos, baetas vermelhas de almas lavadas
    Onde em léguas de estradas, na calma das tropas prosearam a vida

    Só o silêncio das pedras e água da chuva que encharca a mangueira
    E uma dor costumeira, saudosa do tempo, me fazem costado
    Vejo o angico nas cinzas e o cusco ovelheiro, deitado num canto
    E encho os olhos de campo de água e saudade, lembrando o passado
    Manhazita de maio, manhazita de maio

  • Luiz Marenco - Filosofia de Andejo

    3:53

    Luiz Marenco - Filosofia de Andejo (Ao Vivo - Clipe Show DVD)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Filosofia de Andejo em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Foi o primeiro DVD do cantor regionalista, gravado na cidade de Pelotas/RS. Show de música gaúcha de qualidade incontestável!

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

    Letra da música:

    Frente ao caminho me calo, e o pensamento sofreno
    O mundo é muito pequeno, prás patas do meu cavalo
    Nesta jornada terrena, aprende muito quem anda
    Sempre que a alma se agranda a estrada fica pequena

    A carpeta da distância é a escola do jogador
    Nunca se invide um amor, mas só se perde uma infância
    O jogo da redoblona, é a lei maior do combate
    Nunca se agradece o mate, se tem água na cambona

    O amor ao chão não tem preço, se aprende deste piazinho
    O brabo é achar o caminho, pra retornar ao começo
    Onde há vaca existe touro, este é o primeiro decreto
    E até o mais analfabeto sabe brincar de namoro

    Por escondido que seja, o rancho que tem bailanta
    Guitarra, gaita e percanta, meu flete sempre fareja
    Eu penso, penso e repenso, ninguém nasceu pra ser mau
    Quem usa freio de pau, é por gostar do silêncio

    Deve haver algum feitiço, depois que o tempo nos laça
    O mundo não tinha graça se a vida fosse só isso
    Frente ao caminho me calo, e o pensamento sofreno
    O mundo é muito pequeno, prás patas do meu cavalo

    Luiz Marenco - Filosofia de Andejo (Ao Vivo - Clipe Show DVD)

  • Milongão pra assobiar desencilhando Luiz Marenco

    4:12

    Nada melhor do que uma cavalgada seja de uma hora, um dia, uma semana, depois desencilhar o pingo na sombra de uma árvore ou na proteção do galpão, ouvindo essa música do Luiz Marenco - Milongão Pra Assobiar Desencilhando.

  • Luiz Marenco - Quando o Verso vem pras Casa

    1:4:35

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  • Luiz Marenco - Identidade - Ao Vivo

    1:17:17

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  • Luiz Marenco - Sonho em Flor

    4:38

    Faixa do CD Andarilho, de 1998.

  • Luiz Marenco - Fundo de Campo

    4:03

    Luiz Marenco canta ao vivo a música Fundo de Campo em show realizado na cidade de Caxias do Sul/RS, em 2007.

    Fundo de campo, voz de banhado, passa um tajã
    Se estende o pago até meus olhos cruzarem o rio
    Parece até que a tardezita se espichou longe
    Que o horizonte se encolheu todo, tá por um fio

    Ao longe um bando de garças brancas refaz o vôo
    Espreguiçando suas asas largas, palas cardados
    Levando o dia num revoar pra lá do poente
    E a alma da gente vai junto delas de lado a lado

    Fundo de campo, invernada grande, berro de touro
    Chama na tarde uma ponta mansa de vacas pampas
    Ciclo do campo que se refaz povoando a estância
    Na circunstância que fazem os touros baterem guampas

    O mouro sabe que é fim da lida e atira o freio
    Goteando o suor da barrigueira que a cincha aperta
    E sabe ainda que sobra milho pra mais de lata
    Que bate pata vendo a porteira das casa aberta

    Fundo de campo, coisa bem linda, me acoa o cusco
    Que busca a volta beirando o ferro e o sul do estrivo
    Amigo bueno igual ao mouro das minhas confianças
    Que é uma balança, é da minha doma, esse é o motivo

    Assim vou eu, coração na espora, desencilhando
    Trazendo o pago nas rédeas firmes da minha mão
    Pra quem conhece o campo todo e a sua essência
    Fundo de campo, é a minha querência, é o meu galpão!

  • Luiz Marenco - Andarilho

    1:3:38

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  • Cd Luiz Marenco - Sul

    1:9:30

    Cd Luiz Marenco - Sul

    1 - Amadrinhador
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    2 - Amansador das Estradas
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    3 - Das Precisão Pra Viver
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    4 - O Pelo do Meu Cavalo
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    5 - Décima de Mudar Cavalo
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    6 - Estrelas de Chão
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    7 - Mirada Al Sur
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    8 - Alma de Chamarrita
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    9 - Funeral de Coxilha
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    10 - Sul
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    11 - Yuyo de Espinhos
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    12 - Alma Antiga de Guri
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    13 - Gaúcho
    (Sérgio Carvalho Pereira / Luiz Marenco)

    14 - Menina, Escuta o Teu Cantor
    (Sérgio Carvalho Pereira / Juliano Gomes)

  • O silêncio das janelas do povoado Luiz Marenco.wmv

    5:38

    Entre os vários conflitos de fronteira, ideais políticos e insatisfação com governantes, os gaúchos enfrentaram várias revoluções entre elas a Revolução Farroupilha (1835), Federalista (1893) e a revolução de 1923, que dela surgiram os caudilhos, que tinham o poder de mando de vida ou morte sobre seus aliados ou inimigos ... e o lenço no pescoço era a diferença entre amigo ou inimigo

  • Pra o Meu Consumo - Luiz Marenco

    3:53

    Ao Vivo (CD 2) - 2002
    Têm coisas que tem seu valor Avaliado em quilates, em cifras e fins
    Letra / Música: Gujo Teixeira / Luiz Marenco
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    Têm coisas que tem seu valor
    Avaliado em quilates, em cifras e fins
    E outras não têm o apreço
    Nem pagam o preço que valem pra mim

    Tenho uma velha saudade
    Que levo comigo por ser companheira
    E que aos olhos dos outros
    Parecem desgostos por ser tão caseira

    Não deixo as coisas que eu gosto
    Perdidas aos olhos de quem procurar
    Mas olho o mundo na volta
    Achando outra coisa que eu possa gostar
    Tenho amigos que o tempo
    Por ser indelével, jamais separou
    E ao mesmo tempo revejo
    As marcas de ausência que ele me deixou..

    Carrego nas costas meu mundo
    E junto umas coisas que me fazem bem
    Fazendo da minha janela
    Imenso horizonte, como me convém

    Das vozes dos outros eu levo a palavra
    Dos sonhos dos outros eu tiro a razão
    Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros
    Das tantas saudades eu guardo a paixão

    Sempre que eu quero, revejo meus dias
    E as coisas que eu posso, eu mudo ou arrumo
    Mas deixo bem quietas as boas lembranças
    Vidinha que é minha, só pra o meu consumo...

    Link:

  • MEU RANCHO - O Primeiro Canto | Luiz Marenco e Gabriel Selvage

    5:42

    Direção e Roteiro: Hique Barboza
    Direção de Fotografia: Douglas de Lima
    Áudio: Vitor Soares e Zé Ricardo Barboza
    Câmeras: Samuel da Luz e Pablo Pinheiro
    Edição, Pós Produção e Finalização: Douglas de Lima

    Gravado em Agosto de 2017, na Estância do Minuano em Aceguá, Rio Grande do Sul.

  • Charoles-Cesar Oliveira Rogerio Melo - Quando os versos vem

    6:05

    Quando os versos vem pras casas, participação especial de Luiz Marenco no dvd o campo

  • Luiz Marenco - Meu Rancho

    3:32

    Luiz Marenco canta a música Meu Rancho em show ao vivo para gravação do DVD Identidade, na cidade de Caxias do Sul/RS, em 2007.

  • Meu Rancho - Luiz Marenco

    6:21

    Luiz Marenco Canta Noel Guarany - 1996
    É a sina dos tapejaras Essa de beber mensagens Que o vento traz nas aragens
    Letra / Música: Jayme Caetano Braum / Noel Guarany
    Ritmo: Milonga
    Violão: Marcello Caminha
    Também interpretada no CD Destino Missioneiro - Ao Vivo (2003), Payador, Pampa, Guitarra - 1976.
    Curta a página:

    É a sina dos tapejaras
    Essa de beber mensagens
    Que o vento traz nas aragens
    Do fundo da noites claras
    Bordoneando nas taquaras
    Ou pelas frinchas da porta
    Porque reanima e conforta
    O velho sangue guerreiro
    E se eu nasci missioneiro
    O demais pouco me importa.
    Nasci no meio do campo
    Na costa do banhadal
    Dentro dum rancho barreado
    De chão duro e desigual
    Meu berço foi um pelêgo
    Sobre um couro de bagual.
    Bebi leite na mangueira
    Numa guampa remachada
    E acavalo num tição
    Me aquentei de madrugada
    Enquanto o vento assobiava
    Nos campos brancos de geada.
    Brinquei com gado de osso
    Na sombra do velho umbu
    E assim volteando um amargo
    E o churrasco meio cru
    Fui crescendo e me orgulhando
    De ter nascido um chirú.
    Depois de andar gauderiando
    Por muita querência estranha
    Hoje vivo no meu rancho
    Na humildade da campanha
    Junto a chinoca querida
    E um cusco que me acompanha.
    É meu vizinho de porta
    Um casal de quero-quero
    Por isso embora índio pobre
    Bem rico me considero.
    Tendo china, pingo e cusco
    No mundo nada mais quero.
    Na estaca em frente do rancho
    Dorme o pingo, meu amigo
    Companheiro que eu adoro,
    Prenda guasca que bendigo
    Pois alegrias e penas
    Sempre reparte comigo.
    E quando de noite, a lua
    Vem destapando meu rancho
    Agarro na gaita velha
    Que guardo erguida no rancho
    E dando rédeas ao peito
    Num vanerão me desmancho.
    E ali pela solidão
    Onde meu canto escramuça
    Parece que a noite velha
    Cheia de mágoas soluça
    E a própria lua pampeana
    No santa fé se debruça.
    E meu verso é como o vento
    Que vai dobrando as flexilhas
    E floreia compadresco
    O hino destas coxilhas
    Entre os buracos de bala
    Do pavilhão farroupilha.
    É mesmo que bombeador
    Dos piquetes de vanguarda
    Que vem abrindo caminho
    Pelas tropas da retaguarda.
    Enquanto a cordeona chora
    Meu cusco fica de guarda.
    Mas pra deixar o sossego
    Do meu rancho macanudo
    Basta só a voz de um clarim
    Com china e cusco me mudo
    Pra defesa do rio grande
    Que adoro acima de tudo.

  • De Volta De Uma Tropeada - Luiz Marenco

    3:49

    Pra o Meu Consumo - 2000
    Das Três Bocas ao Itu quantas léguas que terá? Talvez a mesma distância do Itaó
    Letra / Música: João Sampaio / Luiz Marenco
    Ritmo: Milonga
    Também interpretada no CD Ao Vivo (CD 2) - 2002.
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    Das Três Bocas ao Itu quantas léguas que terá?
    Talvez a mesma distância do Itaó a Maçambará
    Me espera ali na cancela que a noite vai ser de lua
    E eu vou chegar ao tranquito esporeando a saudade tua

    Ao repechar o baixo fundo no costado da coxilha
    Vou me apear e colher pra ti uma flor de maçanilha
    Venho guloso de afeto peão de tropa e capataz
    De volta ao rancho que ergui há quarenta anos atrás

    Me chamo leocádio marques sou tropeiro e domador
    E criei limo no poncho igual pedra de corredor

    Se às vezes chego num bolicho não é por maula e baseado
    Mas pra comprar algo pra ti e tomar um vinho açucarado
    Levo embaixo dos pelegos Erondina, minha companheira
    Um quartito de capincho charqueado à moda tropeira

    Vou desencilhar no oitão com o coração em atropelo
    E a mala de garupa cheia de saudade e caramelo
    Antes de te abraçar, Erundina com a mais crioula emoção
    Vou sorver teu beijo doce na bomba de chimarrão

    Me chamo Leocádio Marques sou tropeiro e domador
    E criei limo no poncho igual pedra de corredor

  • Pra Quem Avista Yvituhatã - Luiz Marenco

    4:39

    De Campeiro Pra Campeiro - 2002
    Pra quem avista Ivituatã Numa manhã clara de sol A alma pampa aflora o campo
    Comosição: Fabiano Harden, Leonel Gomez e Rogério Ávila
    Ritmo: Chamamé
    Também interpretada no CD O Melhor de Luiz Marenco Vol. 02 - 2014.
    Curta a página:

    Pra quem avista Ivituatã
    Numa manhã clara de sol
    A alma pampa aflora o campo
    E tem pra si o momento santo
    Quem sabe ver-te, Ivituatã

    Se me estanciei para viver contigo
    E fiz abrigo em teu rancherio
    É porque o vento que te deu batismo
    Por certo um dia vai trazer-me o frio

    Nas tuas tardes vou matear silente
    Pelas sombras largas do teu arvoredo
    E quando a lua repontar saudades
    Vou contar-te a linda destes meus segredos

    Pra quem avista Ivituatã
    Numa manhã clara de sol
    a alma pampa aflora o campo
    E tem pra si o momento santo
    Quem sabe ver-te, Ivituatã

    Querência que vejo pra nas madrugadas
    Deixar trançado o tento do meu rastro
    E quando o sol destapar coxilhas
    Quero ser forquilha, embodocar meus bastos

    Nas tuas tardes vou matear silente
    Pelas sombras largas do teu arvoredo
    E quando a lua repontar saudades
    Vou contar-te a linda destes meus segredos

  • Parceiro - Luiz Marenco

    3:43

    Parceiro - Luiz Marenco

    Te achega, parceiro
    Que, há tempo, eu queria
    Juntar o meu verso
    Com tua melodia

    Apeia e esquece
    Os puxa e empurra
    Afrouxa a guaiaca
    E a cincha da burra

    Te achega, parceiro, escuta a cordeona
    Olha as temporona' prendada' presente'
    Tem erva das buena' e prosa rimada
    Pra deixar pequena esta madrugada

    Te achega, parceiro, escuta a cordeona
    Olha as temporona' prendada' presente'
    Tem erva das buena' e prosa rimada
    Pra deixar pequena esta madrugada

    Te achega, parceiro
    Que o canto é de graça
    Guitarra e cachaça
    Tá' correndo frouxo

    Abre este peito
    E larga uma das tua'
    O índio que é pua
    Não se faz de mocho

    Te achega, parceiro, escuta a cordeona
    Olha as temporona' prendada' presente'
    Tem erva das buena' e prosa rimada
    Pra deixar pequena esta madrugada

    Te achega, parceiro, escuta a cordeona
    Olha as temporona' prendada' presente'
    Tem erva das buena' e prosa rimada
    Pra deixar pequena esta madrugada

    Te chega, parceiro
    Vai ser um abraço
    O avestruz guacho
    É que consome tudo

    Quando se mesclam
    Nativos talentos
    Se espalha no vento
    Um canto macanudo

    Te achega, parceiro, escuta a cordeona
    Olha as temporona' prendada' presente'
    Tem erva das buena' e prosa rimada
    Pra deixar pequena esta madrugada

    Te achega, parceiro, escuta a cordeona
    Olha as temporona' prendada' presente'
    Tem erva das buena' e prosa rimada
    Pra deixar pequena esta madrugada

    Letra: -
    Música: -
    Interpretação: Luiz Marenco

  • Luiz Marenco - De Bota e Bombacha

    1:12:46

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  • José Cláudio Machado e Luiz Marenco - 2001 - De Bota e Bombacha

    1:14:07

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  • Pachola - Luiz Marenco

    4:44

    Pachola - Luiz Marenco

    Tapeio o chapéu pra trás e o olhar busca distância
    Se o mundo tem arrogâncias, lhe encho de sofrenaços
    Só paro onde sobra espaço, mas, se o caminho me atrai
    Nem pergunto pra onde vai, meu rumo, eu mesmo que faço

    O horizonte é o limite do mapa que eu mesmo fiz
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país
    O horizonte é o limite do mapa que eu mesmo fiz
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país

    Não tenho morada certa, pois quem para cria limo
    Se a china me faz mimo, recebe eitos de amor
    Ninguém me deve favor, pois uma mão lava a outra
    Ando ajojado na potra, seja lá pra onde eu for

    O horizonte é o limite do mapa que eu mesmo fiz
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país
    O horizonte é o limite do mapa que eu mesmo fiz
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país

    Gosto de viver de changa, serviço sempre me sobra
    À espinha, ninguém me dobra, pois não tenho dobradiça
    E também não sou linguiça pra viver de pendurado
    Por isso, não compro a fiado, quem não pode, não cobiça

    O horizonte é o limite do mapa que eu mesmo fiz
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país
    O horizonte é o limite do mapa que eu mesmo fiz
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país

    Eu nem sei se sou feliz, e também não me interessa
    Que não corre, não tropeça, mas sempre chega atrasado
    E, como diz o ditado, boi lerdo bebe água suja
    Tomo sopa de coruja quando me encontro enfastiado

    O horizonte é o limite do mapa que eu mesmo fiz
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país
    O horizonte é o limite do mapa que eu mesmo fiz
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país
    Meu mundo não tem porteiras, nem fronteiras meu país

    Letra: -
    Música: -
    Interpretação: Luiz Marenco

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