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Playlist of Luiz Marenco

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  • Luiz Marenco - Ao vivo CD1

    1:4:00

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  • Luiz Marenco - Cantador de Campanha

    4:03

    Luiz Marenco - Cantador de Campanha (Ao Vivo - Show DVD Identidade)

    Luiz Marenco canta ao vivo a música Cantador de Campanha em show para gravação do DVD Identidade, no Teatro da UCS na cidade de Caxias do Sul, em 2007.


    Letra da Música:

    Meu trabalho é de peão campeiro
    conforme diz meu documento
    sigo sem afrouxar nenhum tento
    de campanha, crioulo e fronteiro

    Mas eu trago outro ofício no mundo
    que esses fundos já sabem qual é
    canto baile nos ranchos de campo
    do Retiro a Azevedo Sodré

    Bendição que eu carrego comigo
    ser um peão cantador de campanha
    com o gaiteiro eu me entendo por sanha
    pra pobreza eu até já nem ligo

    Me chamaram pra sábado agora
    cantar um baile na costa do Areal
    eu não tenho no bolso um real
    mas eu sou o cantador dessa gente de fora

    Chão batido de saibro vermelho
    meia água de quatro por cinco
    vou mirando os buracos do zinco
    e cantando ao clarão do cruzeiro

    Que faz ano a guria mais nova
    lá do rancho do seu Gomercindo
    e eu não sei qual o semblante mais lindo
    das três filhas da comadre Mosa

    A Isabel, a Canducha e a Rosa
    nem te digo qual a mais bonita
    todas três com vestido de chita
    com pregueado de fita mimosa

    O Amadeus na gaita de botão
    e o Condonga no violão canhoto
    e um zumbido igual gafanhoto
    no pandeiro do negro Bujão

    Duas moças vem do Parador
    e uma prima de São Gabriel
    pode ser que a menina Isabel
    faça uns olhos de graça pra este cantador

    Se clareia agarremo a estrada
    que a pegada é só segunda feira
    vou cantando mais duas vaneiras
    dessas de iluminar madrugada.


    Luiz Marenco - Cantador de Campanha (Ao Vivo - Show DVD Identidade)

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  • Luiz Marenco - Senhor das Manhãs de Maio

    5:46

    Luiz Marenco - Senhor das Manhãs de Maio (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Senhor das Manhãs de Maio em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco com participação de Gustavo Teixeira nos vocais


    Luiz Marenco - Senhor das Manhãs de Maio (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

  • Batendo água

    3:44

    Música tradicionalista que retrata a coragem e a força para vencer adversidades da vida...de Gujo Teixeira na voz de Luis Marenco!

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  • Luiz Marenco - Ressábios

    6:10

    Luiz Marenco - Ressábios (Ao Vivo - Show DVD Identidade)

    Luiz Marenco canta ao vivo a música Ressábios em show para gravação do DVD Identidade, no Teatro da UCS na cidade de Caxias do Sul, em 2007.


    Luiz Marenco - Ressábios (Ao Vivo - Show DVD Identidade)

  • Luiz Marenco - Quando o Verso Vem Pras Casa

    3:43

    Música 'Quando o verso vem pras casa' na voz de Luiz Marenco, ao vivo.

    A calma do tarumã, ganhou sombra mais copada
    Pela várzea espichada com o sol da tarde caindo
    Um pañuelo maragato se abriu no horizonte
    Trazendo um novo reponte, prá um fim-de-tarde bem lindo

    Daí um verso de campo se chegou da campereada
    No lombo de uma gateada frente aberta de respeito
    Desencilhou na ramada, já cansado das lonjuras
    Mas estampando a figura, campeira, bem do seu jeito

    Cevou um mate pura-folha, jujado de maçanilha
    E um ventito da coxilha trouxe coplas entre as asas
    Prá querência galponeira, onde o verso é mais caseiro
    Templado a luz de candeeiro e um quarto gordo nas brasa

    A mansidão da campanha traz saudade feito açoite
    Com olhos negros de noite que ela mesma querenciou
    E o verso que tinha sonhos prá rondar na madrugada
    Deixou a cancela encostada e a tropa se desgarrou

    E o verso sonhou ser várzea com sombra de tarumã
    Ser um galo prás manhãs, ou um gateado prá encilha
    Sonhou com os olhos da prenda vestidos de primavera
    Adormecidos na espera do sol pontear na coxilha

    Ficaram arreios suados e o silêncio de esporas
    Um cerne com cor de aurora queimando em fogo de chão
    Uma cuia e uma bomba recostada na cambona
    E uma saudade redomona pelos cantos do galpão

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  • - PORTEIRA A FORA - Lisandro Amaral, Eron Vaz Mattos e Luiz Marenco.

    5:42

  • Luiz Marenco & Lisandro Amaral - Estrela DAlva

    5:48

    Luiz Marenco canta ao vivo a música Estrela D'alva, com participação especial de Lisandro Amaral, em gravação do DVD Luiz Marenco Identidade Ao Vivo, na cidade de Caxias do Sul/RS, em 2007.

    Parece até que esta estrela
    Que adoro desde criança
    Deus deixou pra vaca mansa,
    Da estância do céu sinuela

    Sempre me comovo ao vê-la,
    Tão luminosa, tão bela
    Atravessando a cancela
    Do céu que muda de cor
    Anunciando ao mateador
    Que o dia vem de atrás dela

    A madrugada se atora
    Depois que a noite se aninha
    E a Estrela D'Álva, rainha
    Sai chispeando campo afora

    Cada manhã que te vejo,
    Velha Estrela D'Álva, rainha
    Aquele bárbaro instinto
    Que fez do guasca o andejo

    E um incontido desejo
    De andar caminho e coxilha
    Rastreando a indiada andarilha
    Que a lo largo se perdeu
    E morrendo renasceu
    Pra ser pendão de flexilha

    A madrugada se atora
    Depois que a noite se aninha
    E a Estrela D'Álva, rainha
    Sai chispeando campo afora

    E aqui me paro a pensar
    Do que a pouco ouvi dizer
    Que é necessário aprender
    Para depois ensinar

    Pois por mais rudimentar,
    Que seja o ensinamento
    Cada frase é como um tento
    Que precisa ser lonqueado,
    E depois bem desquinado
    Para trançar um sentimento

    A madrugada se atora
    Depois que a noite se aninha
    E a Estrela D'Álva, rainha
    Sai chispeando campo afora

    Às vezes sinto na alma
    Que nunca mais eu me aprumo
    Se um dia eu perder o rumo
    Do clarão da Estrela D'Álva

  • Milonga Abaixo De Mau Tempo - José Claudio Machado

    5:20

    De Bota e Bombacha (Luiz Marenco e José Claudio Machado) - 2001
    Coisa esquisita a gadaria toda Penando a dor do mango com o focinho n'água O campo
    Letra e Música: Mauro Moraes
    Ritmo: Milonga
    Músicos: Violão (Marcello Caminha), Gaita botoneira (Edilberto Bérgamo).
    Aprenda a tocar na 8 baixos com o Edilberto Bérgamo:
    Também interpretada no CD Entre Amigos - 1995 e no CD Ao Vivo em Vacaria - 2009
    Curta a página no Facebook:
    Baixe músicas no blog do canal:

    Coisa esquisita a gadaria toda
    Penando a dor do mango com o focinho n'água
    O campo alagado nos obriga à reza
    No ofício de quem leva pra enlutar as mágoas

    Olhar triste do gado atravessando o rio
    A baba dos cansados afogando a volta
    A manha de quem berra no capão do mato
    E o brado de quem cerca repontando a tropa

    Agarra amigo o laço, enquanto o boi tá vivo
    A enchente anda danada, molestando o pasto
    Ao passo que descampa a pampa dos mil réis

    E a bóia que se come, retrucando o tempo
    Aparta no rodeio a solidão local
    Pealando mal e mal o que a razão quiser

    Amada, me deu saudade
    Me fala que a égua tá prenha, que o porco tá gordo
    Que o baio anda solto e que toda cuscada, lá em casa, comeu

    Coisa mais sem sorte esta peste medonha
    Curando os mais bichados, deu febre no gado
    Não fosse a chuvarada se metendo a besta
    Traria mil cabeças com a bênção do pago

    Dei falta da santinha, limpando os pesuelos
    E do terço de tento nas prece sinuelas
    Logo em seguidinha é semana santa
    Vou cego pra barranca e só depois vou vê-la

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  • do meu rancho pro teu - 19 de setembro de 2020

    1:46:42

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

  • Quando O Verso Vem Pras Casa - Luiz Marenco

    3:52

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    Aulas de violão, simples e prático, saiba mais em:

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    A calma do tarumã, ganhou sombra mais copada
    Pela várzea espichada com o sol da tarde caindo
    Um pañuelo maragato se abriu no horizonte
    Trazendo um novo reponte, prá um fim-de-tarde bem lindo

    Daí um verso de campo se chegou da campereada
    No lombo de uma gateada frente aberta de respeito
    Desencilhou na ramada, já cansado das lonjuras
    Mas estampando a figura, campeira, bem do seu jeito

    Cevou um mate pura-folha, jujado de maçanilha
    E um ventito da coxilha trouxe coplas entre as asas
    Prá querência galponeira, onde o verso é mais caseiro
    Templado a luz de candeeiro e um quarto gordo nas brasa

    A mansidão da campanha traz saudade feito açoite
    Com olhos negros de noite que ela mesma querenciou
    E o verso que tinha sonhos prá rondar na madrugada
    Deixou a cancela encostada e a tropa se desgarrou

    E o verso sonhou ser várzea com sombra de tarumã
    Ser um galo prás manhãs, ou um gateado prá encilha
    Sonhou com os olhos da prenda vestidos de primavera
    Adormecidos na espera do sol pontear na coxilha

    Ficaram arreios suados e o silêncio de esporas
    Um cerne com cor de aurora queimando em fogo de chão
    Uma cuia e uma bomba recostada na cambona
    E uma saudade redomona pelos cantos do galpão

  • 15º Sinuelo da Canção Nativa - Luiz Marenco

    1:1:16

  • Luiz Marenco - Batendo Água

    3:51

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Batendo Água em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

    Meu poncho emponcha lonjuras batendo água
    E as águas que eu trago nele eram pra mim
    Asas de noite em meus ombros sobrando casa
    Longe das casa ombreada a barro e capim

    Faz tempo que eu não emalo meu poncho inteiro
    Nem abro as asas da noite pra um sol de abril
    Faz muitos dias que eu venho bancando o tino
    Das quatro patas do zaino, pechando o frio

    (Troca um compasso de orelha a cada pisada
    No mesmo tranco da várzea que se encharcou
    Topa nas abas sombreras, que em outros ventos
    Güentaram as chuvas de agosto que Deus mandou)

    Meu zaino garrou da noite o céu escuro
    E tudo o que a noite escuta é seu clarim
    De patas batendo n'água depois da várzea
    Freio e rosetas de esporas no mesmo trim

    Falta distância de pago e sobra cavalo
    Na mesma ronda de campo que o céu deságua
    Que tem um rumo de rancho pras quatro patas
    Bota seu mundo na estrada batendo água!

    (Porque se a estrada me cobra, pago seu preço
    E desabrigo o caminho pra o meu sustento
    Mesmo que o mundo desabe num tempo feio
    Sei o que as asas do poncho trazem por dentro)

    Show de Música Gaúcha

    Ficha técnica:

    Projeto e Realização: Usadiscos Produções Fonográficas
    Direção Geral e Artística: Theodoro Alexandre Alex Hohenberger
    Direção Musical: Luiz Marenco
    Direção Geral: Paulo Martins
    Violão Solo: Egbert Parada
    Violão Solo: Luis Clovis Girardi
    Violão Base e Vocal: Gustavo Teixeira
    Gaita Botoneira: Edilberto Bérgamo
    Contrabaixo: João Marcos Negrinho Martins

    Luiz Marenco - Batendo Água (Ao Vivo - Clipe Show DVD)

  • Luiz Marenco - Pra o Meu Consumo

    3:51

    Luiz Marenco - Pra o Meu Consumo (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Pra o Meu Consumo em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

    Luiz Marenco - Pra o Meu Consumo (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

  • Luis Marenco-Meus Amores

    4:34

    Meus Amores
    Luiz Marenco

    Entre os amores que eu tenho,
    O pingo, a china e o pago
    E esta guitarra que trago
    Das origens de onde venho

    E o poncho, toldo cigano,
    Que balanceia nas ancas
    Do pingo gateado ruano
    Malacara, patas brancas...

    No rancho sobre a coxilha
    Contemplando a várzea infinda
    Tenho a xirua mais linda
    Do que flor da maçanilha

    Deixo que a lua se estenda
    E o mundo fica pequeno
    Enquanto bebo o sereno
    Nos lábios da minha prenda

    Nesta tropeada reiúna
    A cãibra do freio é o norte
    E apenas bendigo a sorte
    Que me deu tanta fortuna

    É a sina dos cruzadores
    Andar caminhos sem fim
    Sou dono dos meus amores
    Só tu és dona de mim...

  • Luiz Marenco - Batendo Agua

    4:31

    DVD Luiz Marenco ao vivo em Pelotas, Batendo Agua

  • Luiz Marenco - Quando O Verso Vem Pras Casa

    2:52

    Quando O Verso Vem Pras Casa
    De Gujo Teixeira e Luiz Marenco

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
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  • Luiz Marenco - Querência, Tempo e Ausência

    1:14:55

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  • Luiz Marenco e Gabriel Selvage - O Primeiro Canto

    1:30:50

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
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  • Quarentena com Marenco - Mesa Brasil SESC

    1:18:48

    CONHEÇA O MESA BRASIL SESC
    O Mesa Brasil é um programa nacional criado pelo Sesc em 2003 e atua como uma rede de solidariedade que integra doadores, instituições sociais e voluntários visando minimizar as carências alimentares, combater o desperdício de alimentos e melhorar a qualidade nutricional da população atendida.

    O Programa Mesa Brasil atua todos os Estados do Brasil. No Rio Grande do Sul é desenvolvido em parceria com as prefeituras municipais em sete Unidades do Sesc que atendem também os municípios de sua abrangência.

    Está baseado na dinâmica da colheita urbana que garante o escoamento dos alimentos recebidos no menor espaço de tempo. Os gêneros excedentes são doados evitando que alimentos próprios para o consumo, com ou sem valor comercial, sejam jogados no lixo. Estes alimentos são encaminhados às instituições sociais cadastradas e monitoradas sistematicamente.

    Nossa missão é contribuir para a Segurança Alimentar e Nutricional dos indivíduos em situação de maior vulnerabilidade e atuar na redução do desperdício, mediante a distribuição de alimentos doados por parceiros, bem como o desenvolvimento de ações educativas fortalecendo a rede de solidariedade social em todo o país.

    Nossa visão é nos tornarmos referência nacional como Rede de Solidariedade na área da Segurança Alimentar e Nutricional.

    ou 51-98407 6631

    SESC - Sesc Mesa Brasil 2020
    Banco do Brasil
    Agência nº 3418-5
    Conta Corrente: 6461-0
    Conta Cadastrada no CNPJ: 03.575.238/0001-33

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  • Live Luiz Marenco

    1:34:09

    Live com Musico Luiz Marenco
    Pagina do artista no youtube

  • Meus Amores

    4:38

    Provided to YouTube by Nikita Music

    Meus Amores · Luiz Marenco

    Luiz Marenco (Ao Vivo)

    ℗ Usa Records

    Released on: 2013-01-23

    Artist: Luiz Marenco
    Composer: Luiz Marenco

    Auto-generated by YouTube.

  • Rincón dos toros - Luiz Marenco e Pepe Guerra

    3:55

    Andarilho - 2007
    En las estancias de Bajé gasté espuelas, caronas abri rastros de rocíos
    Letra: Eron Vaz Mattos / Luiz Marenco
    *Ritmo: Chamarra
    Curta a página no Facebook:

    En las estancias de Bajé
    gasté espuelas, caronas
    abri rastros de rocíos
    en contrabandos y domas
    guardé relinchos de potros
    en hileras de cordeonas

    Sobra caballo pa' cantarle a Rio Grande
    aflojo el flete de mi verso pelo moro
    soy clina larga criollo de ojos de água
    y peón campero de estancia Rincón de Toros

    El Grujo viejo, capataz hace añares
    medio lunanco de trompadas que llevó
    y pese a todo sigue volcando a piales
    crudos y malos que el destino le entregó

    En el corral, el negrito salta em pelo
    yegua gateada, cosquillosa y traicionera
    se baja el mate al salir de la tranquera
    ahi no mas enrieda marca en la azotera

    Y la perrada se alborota en remolinos
    hace una fiesta de ladridos esperando
    que salgan todos para hacer un costadito
    en un bellaco que se arrasta corcoveando

    El Zaragoza, un buen criollo de Uruguay
    contrabandeou la propria vida para alli
    paseando espuelas en reservados de estancias
    bandeando potros en el crecido Piray

    Y Don Felipe, baqueano de la frontera
    serró de piernas al rumbo de serrillada
    pocho emalado, pingos-de-muda adelante
    buscando tropa que hace tiempo fué comprada

    Rincón de Toros, esperanza de a caballo
    en resistencia tranquera de lombo duro
    un principal de alambrado retilineo
    la tradición alambrando pal futuro

  • Luiz Marenco cantador de campanha

    4:53

  • Luiz Marenco - Destinos

    3:21

    Música 'Destinos' interpretada por Luiz Marenco.

    Gravação ao vivo para produção do DVD do cantor, na cidade de Caxias do Sul/RS, em 2007.

    O destino quer que eu cante
    E ao cantar eu me concentro
    A querência eu levo dentro
    E o resto eu toco por diante

    Podem me chamar de louco
    Mas aprendi com os mais quebras
    A não galopear nas pedras,
    Nem pelear por muito pouco

    A lição número um
    Eu aprendi com meu pai
    Quem não sabe pra onde vai,
    Não vai a lugar nenhum

    Nunca refuguei bolada
    Se me tocam me apresento
    E tenho a crina esfiapada
    De galopear contra o vento

    Do meu manancial de penas
    Quase todas se extraviaram
    Umas porque se agrandaram,
    Outras por muito pequenas

    Tive um antes e um depois
    Quando me larguei a esmo
    Decerto por isso mesmo
    Os meus destinos são dois

    Destinos de um índio incréu
    Sobre um mesmo coração
    Um que me prende no chão,
    Outro me puxa pra o céu

    Porém o que me arrebata
    É o destino de xirú
    Que em vez das pilchas de prata,
    As garras de couro cru

  • A Crioula Identidade - Luiz Marenco

    4:41

    Gravado no Teatro Municipal Bruno Nitz em Balneário Camboriú, 03 de Junho 2015.

    DVD Bagualles - Um Canto de Amor à Terra.

    L: Juan Daniel Isernhagen
    M: Juliano Moreno

    Ao redor do fogo de chão
    Estalam brasas antigas,
    Me chamando... outras vidas
    Que pelearam antes de mim.
    Por isso que canto assim,
    Respeitando a alma terrunha.
    Em mim... a própria alcunha
    De um criollo “San Martin”!!

    Uma tropa dá um estouro
    Dentro do meu pensamento,
    Que da pampa é sustento,
    Pra ser livre, ser vertente.
    Não se maneia uma gente
    Que não deixa criar macegas.
    Que peleou na própria terra,
    Com o crioulismo na frente.

    “Qual razão de estar aqui?
    De onde vim? Quem é meu ser?
    Muitos tentam compreender
    Sem olhar pra dentro de si...
    Negro, branco ou guarany
    Viemos do ventre da terra,
    Peleamos em tantas guerras;
    Pra ser apenas...Gaúcho!!

    Tenho sede além dos mates.
    Sede além de uma vertente.
    Sede de algo que é da gente,
    Maior que águas de poço.
    Rio revolto; alma de moço,
    Buscando encontrar seu fim.
    Por isso rebrota em mim;
    Um espírito crioulo.

    De onde vêm nossas raízes?
    Te digo em pura verdade:
    Tem terrunha identidade
    Que só quer ser descendente...
    Honrar toda uma gente,
    Seguir caminho e seu prumo.
    Levar por diante ao futuro:
    A crioula identidade!

    obrabagualles@gmail.com

    #seloGadea #StreamingSul

  • Luiz Marenco - Filosofia de Andejo

    3:53

    Luiz Marenco - Filosofia de Andejo (Ao Vivo - Clipe Show DVD)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Filosofia de Andejo em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Foi o primeiro DVD do cantor regionalista, gravado na cidade de Pelotas/RS. Show de música gaúcha de qualidade incontestável!

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

    Letra da música:

    Frente ao caminho me calo, e o pensamento sofreno
    O mundo é muito pequeno, prás patas do meu cavalo
    Nesta jornada terrena, aprende muito quem anda
    Sempre que a alma se agranda a estrada fica pequena

    A carpeta da distância é a escola do jogador
    Nunca se invide um amor, mas só se perde uma infância
    O jogo da redoblona, é a lei maior do combate
    Nunca se agradece o mate, se tem água na cambona

    O amor ao chão não tem preço, se aprende deste piazinho
    O brabo é achar o caminho, pra retornar ao começo
    Onde há vaca existe touro, este é o primeiro decreto
    E até o mais analfabeto sabe brincar de namoro

    Por escondido que seja, o rancho que tem bailanta
    Guitarra, gaita e percanta, meu flete sempre fareja
    Eu penso, penso e repenso, ninguém nasceu pra ser mau
    Quem usa freio de pau, é por gostar do silêncio

    Deve haver algum feitiço, depois que o tempo nos laça
    O mundo não tinha graça se a vida fosse só isso
    Frente ao caminho me calo, e o pensamento sofreno
    O mundo é muito pequeno, prás patas do meu cavalo

    Luiz Marenco - Filosofia de Andejo (Ao Vivo - Clipe Show DVD)

  • Luiz Marenco | Batendo Água

    5:19

    Bueno! Mais uma vez estou com minha DVTchêoteca atrasada, então vamos colocar as rédeas em seus devidos lugares, e nesta semana estou voltando com a canção Batendo Água uma composição de Gujo Teixeira e interpreta por Luiz Marenco. De todos os ritmos gauchesco, o chamamé e o meu preferido, portanto, está música é muito especial para mim.

    Esta canção está presente no DVD Luiz Marenco - Identidade, produzido pela gravadora Usadiscos. Para adquirir o DVD acesse:

    Visite meu sítio:

  • Enchendo Os Olhos De Campo - Luiz Marenco

    4:46

    Enchendo Os Olhos De Campo - 2001
    Manhazita de maio e notícias do céu desabam nas casa Um angico nas brasas
    Letra /Música: Gujo Teixeira,Valério Teixeira /Luiz Marenco
    Ritmo: Chamamé
    Também interpretada por Luiz Marenco e Jari Terres na 11ª Vigília do Canto Gaúcho (Cachoeira do Sul) - 2000
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    Manhazita de maio e notícias do céu desabam nas casa
    Um angico nas brasas, consome sem pressa seu cerno de lei
    O meu cusco ovelheiro fareja o suor da xerca estendida
    Que descansa da lida e do lombo do baio, meu trono de rei

    Outro ronco de mate quebrava o murmúrio das chuvas nas telhas
    E o baeta vermelha, aberto em suas asas pingava no chão
    Imitando um sol posto, largava de pouco luz a da janela
    E empurrando a cancela um ventito minuano assobiava no oitão

    Pelo olhar da janela a vista perdia-se pelo campo vasto
    Verdejando o pasto, coxilha e canhada até a beira do rio
    Um mangueirão grande, guardando um silêncio dormido de pedras
    E uma estrada de léguas são parte da estória de alguém que partiu

    Partiram pra longe, feito tantos do campo, feito cantos dos meus
    Que por conta de Deus e a procura de mais encilharam cavalos
    E rumaram pra sempre, deixando o galpão, saudade e um mate
    Pra depois n'outro embate, pelear por sonho e talvez encontrá-lo

    Hoje abro a janela e pergunto pro tempo: por onde andarão?
    Os que aqui no galpão, cevaram amargos por conta da lida
    Que estenderam seus ponchos, baetas vermelhas de almas lavadas
    Onde em léguas de estradas, na calma das tropas prosearam a vida

    Só o silêncio das pedras e água da chuva que encharca a mangueira
    E uma dor costumeira, saudosa do tempo, me fazem costado
    Vejo o angico nas cinzas e o cusco ovelheiro, deitado num canto
    E encho os olhos de campo de água e saudade, lembrando o passado
    Manhãzinha de maio, manhãzinha de maio

  • Milongão pra assobiar desencilhando Luiz Marenco

    4:12

    Nada melhor do que uma cavalgada seja de uma hora, um dia, uma semana, depois desencilhar o pingo na sombra de uma árvore ou na proteção do galpão, ouvindo essa música do Luiz Marenco - Milongão Pra Assobiar Desencilhando.

  • Luiz Marenco - Quando o Verso vem pras Casa

    1:4:35

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  • José Cláudio Machado e Luiz Marenco - 2001 - De Bota e Bombacha

    1:14:07

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  • Luiz Marenco - Milongão pra Assobiar Desencilhando

    3:47

    Luiz Marenco - Milongão pra Assobiar Desencilhando (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Esse Jeito de Domingo em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco


    Luiz Marenco - Milongão para Assobiar Desencilhando (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

  • Luiz Marenco - Pra o meu Consumo

    3:59

    Pra o meu Consumo
    4º Grande Encontro
    Araújo Vianna - Novembro de 2016
    De Gujo Teixeira​ e Luiz Marenco​

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

  • Jari Terres e Luiz Marenco - Alma de Estância e Querência

    4:10

    Intérprete: Jari Terres com participação de Luiz Marenco

    Gravação de show ao vivo.

    Faixa do DVD 35 Mega Sucessos Gaúchos.

  • Onde Andará - Luiz Marenco

    5:15

    Ao Vivo (CD 1 - gravado em Santa Cruz do Sul) - 2002
    Onde andará a silhueta desses antigos campeiros Que desenhavam saudades
    Letra /Música: Gujo Teixeira / Joca Martins e Fabiano Bacchieri
    Ritmo: Milonga
    Também interpretada por Luiz Marenco e Jari Terres na 11ª Tafona da Canção Nativa (Osório) - 1999 e no CD Andapago - 2010.
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    Onde andará a silhueta
    Desses antigos campeiros
    Que desenhavam saudades
    Na fumaça dos palheiros
    E madrugavam setembros
    Na voz clara dos braseiros

    Onde andará a manhanita
    Dos mates de gosto bueno
    Da encilha dos gateados
    Contraponteando o sereno
    E a humildade dos ranchos
    Guardando sonhos morenos

    Onde andará o verso claro
    Ponteado numa canção
    Que se espalhava em floreios
    Pelas tardes do galpão
    E matizavam campeiros
    Ao som da gaita e violão

    Onde andará a tarde longa
    Das ressolanas campeiras
    Onde a alma desses tantos
    Cruzava além da porteira
    Pra o mundo das invernadas
    Por não saber das fronteiras

    Por onde andará o semblante
    De um avô maragato
    Que eternizou seu silêncio
    Na moldura de um retrato
    E dos seus causos antigos
    Desses campeiros de fato

    Quem sabe andam perdidas
    Na saudade dos avós
    Ou presas dentro do peito
    Querendo saltá na voz
    Mas bem certo elas se acham
    Guardadas dentro de nós

    Onde andará...
    Onde andará...
    Dentro de nós!

  • Luiz Marenco - Especial Galpão Crioulo ll

    12:19

    A música é um componente variável na alma dos povos. Reflete o espírito coletivo, seus dramas, suas conquistas, seus traços característicos de modelo social e psicológico. Sendo ainda, matéria - prima, componente e tempero que dá gosto, vida e substância às ditas ciências, tais como: História, sociologia, enfim, a tantas outras.
    Entretanto, para nós, gaúchos campeiros - espécie em evidente extinção, com o perdão do lugar comum - para nós, música é a própria fisionomia da terra. É Alma, é coração, é sangue plasmado numa vibração interior e uniforme, abrindo rotas, apontando diretrizes, atraindo e repelindo sinais perdidos do núcleo central da espiritualidade.
    LUIZ MARENCO compreende e é exemplo desta filosofia terrunha, do legítimo canto do povo gaúcho. Desde seu primeiro trabalho, preocupou - se em seu cantar, em exaltar o homem, os costumes, os hábitos, o trabalho, enfim, a legítima cultura de nosso povo.
    José João Sampaio da Silva -- Poeta e Escritor

  • Joca Martins - Domingueiro | DVD 30 Anos part. Luiz Marenco

    5:02

    Domingueiro (Eduardo Soares/Juliano Gomes/Joca Martins)

    DVD 30 Anos - Joca Martins
    Músicos:
    Luciano Maia (acordeon), Geovane Marques (percussão), João Marcos Negrinho Martins (baixo), Luciano Fagundes (violão), Matheus Alves (violão)
    Participações Especiais: Chico Bastos, Luiz Marenco, Quarteto Coração de Potro e Juliana Spanevello
    Direção artística: Joca Martins
    Direção de produção: Juliana Spanevello
    Direção de vídeo: Leonardo Vivian e Petter Campagna
    Produção local: Finotrato Produtora
    Captação de imagens do DVD: Bruno Kriger, Felipe Mello, Fabrício Giaboenski, Juliano Mengatto, Leandro Foscarine, Leonardo Vivian, Matheus Luedke, e Petter Campagna
    Edição: Leonardo Vivian
    Autoração do DVD: Leonardo Vivian e Petter Campagna
    Coordenação de Palco: Leonardo Gadea
    Cenografia e Iluminação: Juliet Castaldello
    Captação de Áudio: Estúdio Luvi
    Mixagem Áudio: Luciano Fagundes
    Masterização: Márcio Scheer - Critical Recording Studios Miami - EUA
    Técnico de Som: Lúcio Vasconcellos
    Técnico de Monitor: Leonel Coelho
    Roadie: Fabrício Ribeiro
    Contra-regra e Assistente de Cenografia: Janaína Casteldello
    Execução Cenário: Ladrilã
    Lâ para Cenário: Paramount Têxteis Indústria e Comércio S.A.
    Sonorização: Barbieri Som & Luz
    Fotografia Bastidores: Miza Limões
    Fotografia Palco: Marcelo Brum
    Design: Petter Campagna
    Auxílio logístico: Anderson Ribeiro
    Gravado ao vivo no dia 20 de outubro de 2016, no Theatro Guarany em Pelotas/RS.
    Patrocínio: Estância Vendramin
    e Cabanha Rigorosa









    (53) 99982 1085

  • Luiz Marenco - Vassoura de Guanxuma

    3:09

    Luiz Marenco canta ao vivo a música Vassoura de Guanxuma em show para gravação do DVD Identidade, na cidade de Caxias do Sul, em 2007.

  • De Bota e Bombacha - Luiz Marenco

    4:38

    Ao Vivo (CD 1 - gravado em Santa Cruz do Sul) - 2002
    Um sul de verdade campeia em meus olhos De bota e bombacha
    Letra e Música: Mauro Moraes
    Arranjo: Marcello Caminha
    Ritmo: Rasguido Doble
    Também interpretada por Luiz Marenco e José Claudio Machado no CD De Bota e Bombacha - 2001 e por Jean Kirchoff e Itá Cunha no CD De Bom Gosto - 2007.
    Grande vencedora da 13ª Tafona da Canção - 2001(Osório). Edilberto Bergamo(gaita), Márcio Rosado (violão), Zulmar Benites (violão), João Marcos Negrinho Martins (baixo).
    Curta a página no Facebook:

    Um sul de verdade campeia em meus olhos
    De bota e bombacha, montado a capricho
    De alma amansada curtida da lida
    Com a doma da encilha na ponta dos cascos...
    Um sul de verdade galopa comigo
    Sujeitando o pingo nas cambas do freio
    Sovando os arreios nas léguas do pago
    Reunindo o gado num pelado de rodeio

    Que tal um abraço cumpadre de mate
    Permita um aparte sem muito floreio
    Tirando os terneiros, as vacas de leite
    O resto agente rebanha pro lado

    Sentado nas dobras do pasto
    Pensativo com a hora por fazer
    Me agrada uma sombra de mato
    Um cusco atirado, e um violão pra escrever

    É o Rio Grande gauchada amiga
    De bota e bombacha, tapeando sombreio
    Dobrando os pelegos tapado de terra
    É um quebra costela de atorar ao meio
    É o sul mais campeiro que temos na vida
    É a nossa porfia de prosear no galpão

  • Luiz Marenco - Interior

    56:17

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  • Luiz Marenco - Meus Amores

    4:37

    Luiz Marenco - Meus Amores (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Meus Amores em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Jayme Caetano Braun
    Música: Luiz Marenco

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  • Luiz Marenco - Os Silêncios Das Janelas Do Povoado

    5:36

    Luiz Marenco canta ao vivo a música Os silêncios das janelas do povoado em show realizado na cidade de Caxias do Sul/RS, em 2007.

    Era um fim de dia quieto
    Para quem quisesse ouvi-lo
    Apesar do céu sangrando
    Alguns mateavam tranquilos.
    Foi quando cascos nas pedras
    E constâncias de esporas
    Quebraram o calmo das casas
    Chamando olhares pra fora.

    Iam adentrando o povoado
    Quatro homens bem montados
    Três baios de cabos-negros
    Bem à direita um gateado.
    Ponchos negros sobre os ombros,
    Chapéus batidos na face
    Silhuetas desconhecidas
    Pra qualquer um que olhasse.

    Traziam vozes de mandos
    Nas suas bocas cerradas
    E aparecendo nos ponchos
    Pontas de adagas afiadas.
    Olhavam sempre por perto
    Até mirarem um ranchito
    E sofrenarem os cavalo
    Onde um apeou solito.

    Primeiro um rangido fraco
    Depois um grito prendido
    E a intenção da adaga
    Tinha mostrado sentido.
    E os quatro em seus silêncios
    Voltaram no mesmo tranco
    Deixando junto a soleira
    Vermelho num lenço branco.

    Era mais um que ficava
    Depois que os quatro partiam
    Por certo em baixo dos ponchos
    Algum mandado traziam.
    Traziam fios de adagas
    E silêncios pra entregar...
    -era um gateado e três baios
    Foi o que deu pra enchergar!!

    Ninguém sabe, ninguém viu
    Notícias viram depois.
    Alguém firmava na adaga
    Só não se sabe quem foi.
    E o povoado segue o mesmo
    Dormindo sempre mais cedo
    Dormem ouvindo o silêncio
    E silenciam por medo!

  • Luiz Marenco - Ao vivo CD2

    57:03

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  • Luiz Marenco - Um Vistaço na Tropa

    3:47

    Luiz Marenco - Um Vistaço na Tropa (Ao Vivo - Show DVD Todo o Meu Canto)

    Luiz Marenco canta ao vivo o sucesso gaúcho Um Vistaço na Tropa em show para gravação do DVD Todo O Meu Canto, em Julho de 2004.

    Letra: Gujo Teixeira
    Música: Luiz Marenco

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  • Luiz Marenco - Estâncias da Fronteira

    3:51

    Faixa do CD Estâncias de Fronteira, de 1999.

  • Luiz Marenco - 1993 - Filosofia de Andejo

    1:8:40

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  • Luiz Marenco - Caso a Lua Fosse Cheia

    4:44

    Interpretação Luiz Marenco,Composição Luiz Marenco e Gujo Teixeira

  • Luiz Marenco - Identidade - Ao Vivo

    1:17:17

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  • Luiz Marenco - 1998 - Andarilho

    1:3:55

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